segunda-feira, 17 de novembro de 2008

LEIAM DE CIMA PARA BAIXO!!!

Houston, we have a problem...

Igual ao post lá de baixo... Negócio é o seguinte: só fiquei sabendo hj q 4ªf vcs terão show de talentos a manhã toda. Tinha programado pra fazer uma prova pseudo-surpresa pra vcs nesta data.

Fiquei com a net travando o dia todo. As duas provas estão prontas, tanto a final como a de recuperação. Discutiremos amanhã como vamos fazer.

O material saiu mais enrolado do q eu pensei... pela 1ª vez acho q o papel tá melhor q a net...

Pra estudar: o Wikipedia é excelente; pra quem lê inglês a versão está melhor ainda.

Sobre Aristóteles, achei pouca coisa. Quando os textos do próprio estavam incluídos, era demasiada enrolada a linguagem. Se achar algo, posto. Esses dois são ótimos, mas mto extensos, por isso entraram: http://www.discursus.250x.com/textos/burnyeat.html e http://www.discursus.250x.com/antiga/nicomaco.html

Sobre Platão, não encontrei as linhas do conhecimento em português. Se souberem, enviem-me, por favor. Este site, por enqto, é o melhor sobre justiça http://renatobpassos.sites.uol.com.br/ .

É claro q vcs não vão ler td, exceto algumas boas almas. Selecionem o q acharem mais importante.

O problema é se o q eu achar mais importante não for o q vcs acharem... ;-)

Em aristotelês:
Cai na prova o q eu acho importante
O q eu acho importante não é o q vc acha importante
_____________________________________

O q cai na prova não é o q vc acha importante!



Dúvidas, já sabem: kinnara@iname.com e/ou anapaula_filosofia@hotmail.com

Filosofia para iniciantes

Sócrates, Platão e Aristóteles
No final do século V a.C. o interesse primordial dos filósofos desviou-se do mundo natural para a compreensão do homem, do seu comportamento e de sua moral.

Sócrates (469-399 a.C.), um dos maiores pensadores de todos os tempos, pretendia nada saber e dizia que todos já possuíam o conhecimento do que era correto dentro de si. Para trazer esse conhecimento à tona ele fazia perguntas bem dirigidas e questionava sistematicamente seus interlocutores afim de que a sabedoria aflorasse. A suprema sabedoria seria, aparentemente, o conhecimento do bem, ou pelo menos o reconhecimento honesto da própria ignorância.

Platão (429-347 a.C.), admirador e discípulo de Sócrates, fundou a Academia de Atenas, famosa escola de Filosofia em que mestre e discípulos viviam em comum, debatendo constantemente os mais variados temas. Ao lado de idéias fundamentalmente teóricas, como a contraposição das aparências à realidade, a crença na existência de uma alma eterna e na vida após a morte, Platão propunha, de forma eminentemente prática, que a cidade ideal deveria ser governada por um rei-filósofo.

Aristóteles (384-322 a.C.) foi o mais importante dos discípulos de Platão. Ao contrário de seu mestre, mais preocupado com questões transcedentais, Aristóteles acreditava que o conhecimento devia ser procurado no mundo material e real. Fundou, para isso, o Liceu de Atenas, escola em que ele e seus discípulos dedicaram suas vidas à discussão filosófica, estudo, ensino e pesquisas em larga escala, abrangendo praticamente todo o conhecimento da época. A lógica, uma das mais importantes disciplinas filosóficas, foi estabelecida por Aristóteles.

www.greciantiga.org

Escola de Atenas - Rafael


Platão e Aristóteles.
Nessa obra famosa, pintada por Rafael (1483/1520) em uma sala do Palácio do Vaticano por encomenda do Papa Júlio II, diversos filósofos gregos e não-gregos de diferentes épocas, além de vários cientistas, estão entretidos em animada conversação. Rafael representou, de forma idealizada e do ponto de vista renascentista, as mais importantes figuras da filosofia e da ciência do Mundo Greco-Romano.

Platão e Aristóteles, os dois filósofos gregos que mais influenciaram o pensamento ocidental, ocupam o centro do afresco e dominam toda a cena. Platão, um ancião, aponta para o céu com a mão direita, gesto que representa a "teoria das formas" (abstrata e intangível); o vigoroso Aristóteles, seu discípulo dileto, gesticula também com a direita em direção à terra, o que representa a "percepção pelos sentidos", base de sua concreta teoria do conhecimento. Platão defende, portanto, os méritos do idealismo, enquanto Aristóteles defende o realismo.

Ambos carregam livros. Platão tem em mãos o Timeu, um de seus diálogos mais estudados pelos renascentistas; Aristóteles segura o seu livro Ética a Nicômaco.


Veja também:
http://en.wikipedia.org/wiki/The_School_of_Athens

Platão - Biografia e obras

A VIDA E O IDEAL POLÍTICO
DE PLATÃO

Platão nasceu em Atenas em 428 a.C., proveniente de uma família da antiga nobreza; descendia de Sólon por parte da mãe e do rei Codro por parte do pai. Pouco se sabe da sua educação. Segundo Aristóteles, era ainda jovem quando se familiarizou com Crátilo, discípulo de Heraclito e, por isso, com a doutrina heraclitiana. Segundo Diógenes Laércio, teria escrito composições épicas, líricas e trágicas, que mais tarde queimara; mas esta notícia, embora não seja inverosímil, nada tem de seguro. Aos vinte anos começou a frequentar Sócrates e, até 399, ano da sua morte, contou-se entre os seus discípulos. Este ano, todavia, marca também uma data decisiva na vida de Platão.
História da Filosofia -Primeiro volume - Nicola Abbagnano (baixem por aí... tem td nesse livro)


Obras de Platão
Ao contrário das obras de Aristóteles que chegaram até nós, as de Platão foram escritas para o grande público. O conjunto das obras que lhe são atribuídas é constituido por 35 diálogos, algumas cartas, definições e 6 pequenos diálogos apócrifos: Axíoco, Da Justiça, Da Virtude, Demódoco, Sísifo, Eríxias. Os diálogos hoje considerados autênticos, reduzem-se todavia apenas a 24, sendo em geral dividos em quatro grupos, de acordo com a sua maior ou menor proximidade às ideias socráticas.

Diálogos de juventude, onde é nítida a influência socrática: Laques, Cármide, Eutrifrom, Hipias Menor, Apologia de Sócrates, Críton, Ion, Protágoras, Lísis;

Diálogos dirigidos contra os sofistas: Górgias, Ménon, Eutidemo, Crítias, Teeteto;

Diálogos de maturidade, onde é desenvolvida de forma admirável a sua teoria das ideias: Fedro, Banquete, Fédon e República;

Diálogos onde realiza uma revisão crítica da sua filosofia: Parménides, Sofista, Político, Filebo, Timeu, e as Leis, esta obra não foi concluída.
http://afilosofia.no.sapo.pt/PLATAO.htm

Principais Domínios de Investigação

Platão parte sempre do todo para as partes. Apreender a sua Filosofia é descobrir um sedutor modo de pensar em que tudo remete para tudo, e nada pode ser separado.

Teoria do Conhecimento
Recusou que se pudesse falar num conhecimento baseado no mundo sensível, pois este apenas nos pode dar opiniões mutáveis e ilusórias. Defendeu por isso que o verdadeiro conhecimento estava em ideias eternas que existiam num mundo separado das coisas sensíveis. Estas foram eram imitações, mais ou menos prefeitas das ideias. Sustentou ainda que todos os seres humanos, em graus variáveis, quando nascem já possuem muitas destas ideias. Neste sentido, conhecer ou aprender é recordar aquilo que está obscurecido na alma.

Moral
Combatendo o relativismo dos valores, defendido pelos sofistas, sustentou que o único dever do homem é procurar o Bem, que identifica com o Belo e o Uno. Para o atingir, a única via possível passa pelo desprendimento dos valores materiais e das necessidades corporais.

Política
A política é entendida como o estudo normativo dos príncípios teóricos do governo dos homens, encontrando o seu fundamento no estudo da alma humana.

Estética
A sua estética é indissociável da teoria das ideias. Como as ideias são imutáveis e eternas, se pretendemos apreciar as obras de arte devemos seguir estes príncípios, exigindo que elas se aproximem das ideias, o mesmo é dizer da perfeição. Neste sentido, Platão não pode admitir qualquer mudança ou inovação no campo artistíco. Um vez atingida a obra de arte ideal, isto é, perfeita, só resta aos artistas continuar a replicá-la eternamente.

Cosmologia
As suas ideias cosmológicas foram profundamente influenciadas pelo pitagorismo. Recusando as causas físicas para o que ocorre na natureza, sustentou que a única ciência possível estava na descoberta dos modelos eternos e perfeitos de todas as coisas. Concebeu por isso um universo hierarquizado segundo graus de perfeição: No alto estavam os astros, considerados divinos, sendo por isso eternos, imutáveis, tendo uma forma esférica que era a que mais se adequava a estes atributos. Em baixo, estava a terra, imperfeita.
Carlos Fontes - http://afilosofia.no.sapo.pt/PLATAO.htm

O pensamento platônico

Nos diálogos do 1º grupo (ditos "socráticos"), o personagem principal é Sócrates e são as idéias dele que Platão nos apresenta. Nos diálogos do 2º grupo, embora Sócrates ainda seja um dos personagens importantes, ele é apenas um porta-voz das concepções platônicas. A presença de Sócrates é rara nos diálogos do 3º grupo e, provavelmente, as idéias mostradas são as do próprio Platão.

Além de Sócrates, Platão teve outras influências, como por exemplo os pitagóricos, Heráclito e Parmênides. Sua filosofia contém, basicamente, dois elementos: o metafísico e o moral.

A famosa "teoria das formas" — com freqüência erradamente traduzida por teoria das idéias — é a mais importante contribuição platônica à Filosofia. Segundo Platão, o Mundo Sensível (o que se apreende pelos sentidos), variado e mutável, é apenas um aspecto do mundo real, constituído por formas puras, fixas e imutáveis que só podem ser conhecidas intelectualmente, através da razão pura.

Platão, como os pitagóricos, acreditava que a alma já existia antes do corpo, continuava a existir após a morte e posteriormente entrava em novo corpo prestes a nascer. Em estado puro, era a alma capaz de contemplar sem obstáculos o Mundo das Formas; ao adentrar um novo corpo, porém, ocorria um choque e produzia-se o esquecimento. Mas, traços dessa contemplação permaneciam no espírito e podiam ser eventualmente reativados. Para conhecer, portanto, era preciso relembrar.

A forma suprema é a do Bem, capaz de tornar compreensíveis todas as demais. O verdadeiro conhecimento é o conhecimento do Bem. O filósofo, de todos o mais apto a adquirir esse conhecimento, é conseqüentemente o mais apto a governar a cidade-estado ideal.
greciantiga.org/fil/fil03.asp

Os 'Diálogos' de Platão

Platão (429-347 a.C.) não apresentou suas idéias em nenhum tratado sistemático, e seu pensamento tem de ser deduzido a partir dos textos escritos em forma de "diálogo" em que ele não aparece abertamente. O encanto principal dos Diálogos consiste na encenação dramática, na descrição dos cenários, nos personagens divertidos e na ironia jovial de Sócrates (469-399 a.C.), personagem principal de muitos deles. Embora a datação da obra de Platão ainda seja objeto de grande controvérsia, pode-se agrupar os textos mais ou menos desta maneira:

1º grupo [399 a 387 a.C.] : Sócrates e suas idéias são os personagens principais (Ex.: Íon, Eutífron, Apologia, Críton);

2º grupo [387 a 367 a.C.]: Sócrates é figura dominante, mas grande parte de seu pensamento é, na verdade, do próprio Platão (Ex.: Fédon, Banquete, República, Teeteto);

3º grupo [360 a 347 a.C.]: Sócrates raramente aparece, e as idéias apresentadas são as de Platão (Ex.: Sofista, Timeu, Leis).


Apologia1 de Sócrates
Atenienses, tenho por vós consideração e afeto mas antes quero obedecer ao deus do que a vós, e, enquanto tiver um sopro de vida, enquanto me restar um pouco de energia, não deixarei de filosofar e de vos advertir e aconselhar, a qualquer de vós que eu encontre. Dir-vos-ei, segundo o meu costume: 'Meu caro amigo, és ateniense, natural de uma cidade que é a maior e a mais afamada pela sabedoria e pelo poder, e não te envergonhas de só cuidares de riquezas e dos meios de as aumentares o mais que puderes, de só pensares em glória e honras, sem a mínima preocupação com o que há em ti de racional, com a verdade e com a maneira de tornar a tua alma o melhor possível'?

E, se algum de vós me replicar que com tudo isso se preocupa, não o largarei imediatamente, não irei logo embora, mas interrogá-lo-ei, analisarei e refutarei as suas opiniões e, se chegar à conclusão de que não possui a virtude, embora o afirme, censurá-lo-ei de ter em tão pouca conta as coisas mais preciosas e prezar tanto as mais desprezíveis. (...)"
[ Pl.Ap. 29c-d ]

Fédon
"Ora, examinemos a questão por este lado: é, em suma, no Hades que estão as almas do defuntos, ou não? Pois, conforme diz uma antiga tradição nossa conhecida, lá se encontram as almas dos que se foram daqui, e elas novamente, insisto, para cá voltam e renascem dos mortos. E se assim é, se dos mortos nascem os vivos, que podemos admitir senão que nossas almas devem mesmo estar lá? Sem dúvida, não poderia haver novo nascimento para almas que já não tivessem existência, e para provar esta existência bastaria tornar manifesto que os vivos não nascem senão dos mortos. Mas se as coisas não se passarem assim, então algum outro argumento será necessário."

"Isso é absolutamente certo", disse Cebes.

"Toma cuidado, pois", continuou Sócrates, "não caias no erro de encarar essa questão unicamente em relação ao homem mas, se desejas que ela se torne mais fácil, considera-a também em relação a tudo que é animal ou planta. (...)".
[ Pl.Phd. 70 ]

Político
ESTRANGEIRO
Ora, é claro que, de certo modo, a legislação é função real; entretanto o mais importante não é dar força às leis, mas ao homem real, dotado de prudência. Sabes por quê?
SÓCRATES, O JOVEM2
Qual é a tua explicação?
ESTRANGEIRO
É que a lei jamais seria capaz de estabelecer, ao mesmo tempo, o melhor e o mais justo para todos, de modo a ordenar as prescrições mais convenientes. A diversidade que há entre os homens e as ações, e por assim dizer, a permanente instabilidade das coisas humanas, não admite em nenhuma arte, e em assunto algum, um absoluto que valha para todos os casos e para todos os tempos. Creio que estamos de acordo sobre esse ponto.
SÓCRATES
Sem dúvida.
[ Pl.Plt. 294 ]

Tradução:— Apologia: Manuel O. Pulquério;— Fédon e Político: J. Peleikat & J.C. Costa.

Notas
1. Apologia, em grego, é um "discurso de defesa". Nesse famoso diálogo, Platão reconstituiu a defesa apresentada por Sócrates (469-399 a.C.) em seu julgamento.
2. Esse personagem não é "o" Sócrates...
greciantiga.org/ini/ini03-2.asp

Alegoria da Caverna




Suponhamos homens numa habitação subterrânea em forma de caverna, com uma entrada aberta para a luz, que se estende por todo o comprimento dessa gruta. Estão lá desde a infância, algemados pelas pernas e pescoços, de tal maneira que só lhes é dado permanecer no mesmo lugar e olhar em frente; são incapazes de voltar a cabeça, por causa dos grilhões; serve-lhes de iluminação um fogo que se queima ao longe, numa elevação por detrás deles; entre a fogueira e os prisioneiros há um caminho ascendente, ao longo do qual se construiu um pequeno palco, no gênero daquele que os homens de teatro colocam diante do público, para mostrarem as suas habilidades, em cima deles.(...)

Imagina também ao longo deste muro, homens que transportam toda a espécie de objetos, que o ultrapassam: estatuetas de homens e de animais, de pedra e de madeira, de toda a espécie de lavor; como é natural, dos que os transportam, uns falam, outros seguem calados. (...)

Em primeiro lugar, pensas que nestas condições, eles tenham visto, de si mesmo e dos outros, algo mais do que sombras projetadas pelo fogo na parede oposta da caverna? (...)

Então, se eles fossem capazes de conversar uns com os outros, não te parece que eles julgariam estar a nomear objetos reais, quando designavam o que viam? (...)

De qualquer modo, pessoas nessas condições não pensavam que a realidade fosse senão a sombra dos objetos. (...)

Considera pois o que aconteceria se um deles fosse solto das cadeias e curado da sua ignorância, a ver se, regressado à sua natureza, as coisas se passavam deste modo. (...)

E se o arrancassem dali à força e o fizessem subir o caminho rude e íngreme, e não o deixassem fugir antes de o arrastarem até a luz do Sol, não seria natural que ele sofresse, por ser assim arrastado, e depois de chegar à luz, com os olhos deslumbrados, nem sequer pudesse ver nada daquilo que agora dizemos ser os verdadeiros objetos. (...)

E então? Quando ele se lembrasse da sua primitiva habitação, e do saber que lá possuía , dos seus companheiros de prisão desse tempo, não crês que ele se regozijaria com a mudança e deploraria os outros? (...)

E as honras e elogios, se alguns tinham então entre si, ou prêmios para o que distinguisse com mais agudeza os objetos que passavam, e se lembrasse melhor quais os que costumavam passar em primeiro lugar e quais em último, ou os que seguiam juntos, e àquele que dentre eles fosse mais hábil em predizer o que ia acontecer – parece-te que ele teria saudades ou inveja das honrarias e poder que havia entre eles ...
Platão, A República (514a-516a)


O Banquete - Platão

Não sendo deus nem tolo, ama a sabedoria. Se fosse um deus, não poderia amá-la, pois não se ama o que já se possui; se fosse tolo, julgar-se-ia perfeito e completo e não poderia desejar aquilo cuja falta não poderia notar. Eros é o desejo: carência em busca de plenitude. Eros ama. O que ama o Amor? O que dura, o perene, imortal. Ama o bem, pois amar é desejar que o bom nos pertença para sempre. Por isso, Eros cria nos corpos o desejo sexual e o desejo da procriação, que imortaliza os mortais. O que o Amor nos corpos bons? Sua beleza exterior e interior. Amando o belo exterior, Eros nos faz desejar as coisas bela; amando o belo interior, Eros nos faz desejar as almas belas.

O amor dos corpos concebe e engendra a imagem da imortalidade: os filhos, também mortais. O amor das almas belas concebe e engendra o primeiro acesso à verdadeira imortalidade: as virtudes. Os corpos mortais geram filhos mortais. As almas imortais geram virtudes imortais.
Onde reside o belo nas coisas corporais? Na perfeição de suas ações, de seus discursos e de seus pensamentos - em suas qualidades de inteligência. Assim, no coração da alma imortal anuncia-se o perfeito imperecível: a beleza do saber, a manifestação do lógos, a ciência.

Que deseja o desejo? Que ama o amor? A beleza imperecível, seu supremo e único Bem. Que é desejar-amar o Belo-Bem? Desejar possuí-lo participando de sua bondade-beleza. Como participar do objeto do desejo-amor? Pelo conhecimento. Eros é desejo de saber: filosofia *. Na contemplação da beleza-bondade - isto é, da idéia do Bem e da Beleza - os humanos alcançam a ciência ou o saber, por meio do qual concebem, engendram e dão nascimento às virtudes e através delas se tornam imortais.

Desejo de formosura - da forma bela ou da bela forma -, eis a essência de Eros. É isto que a tradição consagrou com a expressão Amor Platônico.
Marilena Chauí
www.geocities.com/amarilla11/textos/text11.html

Platão em 1 minuto

"Ele nunca me deixou entrar na sua caverna ! tudo bem a minha é melhor !! "
batman sobre a caverna de platão

Biografia
Um belo dia, ele estava passeando pelo campo, encontrou a Chapeuzinho Vermelho. Então, ela perguntou: onde está o bolo da vó? Ao que Platão interrogou: o bolo ideal está no mundo das Idéias; isso que você pensa que é bolo é a cópia da cópia da cópia do bolo.(platâo tabém era chamado de jôão da silva plates).

Fatos
Muitos fatos interessantes poderiam ser ditos sobre Platão. Reza a lenda que ele também foi discípulo de Sócrates. Só que Sócrates era um pouco mais hippie, andava descalço e na falta de cachaça, bebia cicuta. Já Platão era um cara mais burguês. Com a grana que herdou de sua família fez uma academia. Aristóteles foi um dos que gostavam de malhar nessa academia. Alguns dos pensadores que mais influenciaram Platão foram Marilena Chauí e Galvão Bueno. Platão subiu ao Hiperurânio à vista de seus discípulos no dia 22 de abril de 1500.
http://desciclopedia.org/wiki/Plat%C3%A3o

Aristóteles - O mundo de Sofia - achei agora

Aristóteles (384-322 a.C.) foi aluno da Academia de Platão. Era natural da Macedônia e filho de um médico famoso. Seu projeto filosófico está no interesse da natureza viva. Ele foi o último grande filósofo grego e também o primeiro grande biólogo da Europa. Utilizava-se da razão e também dos sentidos em seus estudos. Criou uma linguagem técnica usada ainda hoje pela ciência e formulou sua própria filosofia natural.
Aristóteles discordava em alguns pontos de Platão. Não acreditava que existisse um mundo das idéias abrangedor de tudo existente; achava que a realidade está no que percebemos e sentimos com os sentidos, que todas as nossas idéias e pensamentos tinham entrado em nossa consciência através do que víamos e ouvíamos e que o homem possuía uma razão inata, mas não idéias inatas.
Para Atistóteles, tudo na natureza possuía a probabilidade de se concretizar numa realidade que lhe fosse inerente. Assim, uma pedra de granito poderia se transformar numa estátua desde que um escultor se dispusesse a escupi-la. Da mesma forma, de um ovo de galinha jamais poderia nascer um ganso, pois essa característica não lhe é inerente.
Aristóteles acreditava que na natureza havia uma relação de causa e efeito e também acreditava na causa da finalidade. Deste modo, não queria saber apenas o porquê das coisas, mas também a intenção, o propósito e a finalidade que estavam por trás delas. Para ele, quando reconhecemos as coisas, as ordenamos em diferentes grupos ou categorias e tudo na natureza pertence a grupos e subgrupos. Ele foi um organizador e um homem extremamente meticuloso. Também fundou a ciência da lógica.
Aristóteles dividia as coisas em inanimadas (precisavam de agentes externos para se transformar) e criaturas vivas (possuem dentro de si a potencialidade de transformação). Achava que o homem estava acima de plantas e animais porque, além de crescer e de se alimentar, de possuir sentimentos e capacidade de locomoção, tinha a razão. Também acreditava numa força impulsora ou Deus (a causa primordial de todas as coisas).
Sobre a ética, Aristóteles pregava a moderação para que se pudesse ter uma vida equilibrada e harmônica. Achava que a felicidade real era a integração de três fatores: prazer, ser cidadão livre e responsável e viver como pesquisador e filósofo. Cria também que devemos ser corajosos e generosos, sem aumentar ou diminuir a dosagem desses dois itens. Aristóteles chamava o homem de ser político. Citava formas de governo consideradas boas como a monarquia, a aristocracia e a democracia. Acreditava que sem a sociedade ao nosso redor não éramos pessoas no verdadeiro sentido do termo.
Para ele, a mulher era "um homem incompleto". Pensava que todas as características da criança já estavam presentes no sêmen do pai. Sendo assim, o homem daria a forma e a mulher, a substância. Essa visão distorcida predominou durante toda a Idade Média.
http://www.ime.usp.br/~cesar/projects/lowtech/mundodesofia/aristoteles.html

Aristóteles - Biografia e obras

O filósofo Aristóteles (gr. Ἀριστοτέλ&etaς) foi o mais importante dos discípulos de Platão e, assim como ele, teve profunda e duradoura influência em todo o pensamento ocidental.

Biografia
Nasceu em Estagira, na Calcídica, em -384; era filho de Nicômaco, médico pessoal de Amintas, rei da Macedônia (-393/-370), pai de Felipe II (-382/-336) e avô de Alexandre III (-356/-323). Nada sabemos de sua juventude; mas podemos imaginar que, graças ao pai, desenvolveu um certo gosto pelas ciências naturais.
Viveu em Atenas e estudou na Academia de Platão entre -367 e -347. Após a morte do mestre, ficou três anos em Atarneus (ou Assos), perto de Tróia, juntamente com Teofrasto (-371/-287) e outros ex-alunos da Academia, e casou-se com Pítias, filha de Hérmias, tirano local e também ex-aluno de Platão. Em -345 foi para Mitiline, em Lesbos, onde, ao lado de Teofrasto, realizou a maior parte de suas famosas investigações biológicas.
Em -343 aceitou tornar-se preceptor de Alexandre, filho de Felipe II, então com treze ou quatorze anos; nessa época, ficou amigo de Antípatro (-397/-319), um dos futuros diádocos. Viveu em Pela, na corte macedônica, até -335, quando Alexandre subiu ao trono.
De volta a Atenas, no mesmo ano, fundou o famoso Liceu, ou "Escola Peripatética", assim chamada devido ao hábito de discutir filosofia enquanto passeava (gr. περιπατέω) pelas alamedas da escola. Lá, ele e seus discípulos realizaram pesquisas filosóficas e científicas em alta escala e reuniram vasto material referente a todo o conhecimento da época.
Aristóteles dirigiu o Liceu até -323, pouco depois da morte de Alexandre III. Devido à grande animosidade dos atenienses contra os macedônios, deixou a escola aos cuidados de Teofrasto (-371/-287) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia, onde morreu no ano seguinte, -322.

Obras sobreviventes
Καὶ ἔστι τοῦ φιλοσόφου περὶ πάντων δύνασθαι θεωρεῖν.E é próprio do filósofo ser capaz de estudar tudo.
Arist. Metaph. 1004a-bAristóteles publicou grande quantidade de obras de caráter didático, destinadas ao público em geral, sob a forma de diálogo. Nenhum desses textos exotéricos ("externos") chegou até nós; possuímos apenas pequenos trechos e um ou outro resumo.
Sobreviveram somente os escritos esotéricos ("internos"), concisos e de caráter mais técnico, baseados nas anotações do filósofo para aulas e exposições destinadas aos discípulos da escola entre -335 e -323.
A primeira edição da obra de Aristóteles data possivelmente do final do século -I e foi preparada por Andrônico de Rodes, de quem nada se sabe. Tradicionalmente, os textos aristotélicos ainda são agrupados de acordo com essa edição.
www.greciantiga.org/fil/fil06.asp

Obras de Aristóteles
Livros de lógica ("organon" ou instrumento): Categorias; Sobre a Interpretação; Primeiros Analíticos ( 2 livros),; Segundo Analíticos (2 Livros); Tópicos (8 livros); Refutações Sofísticas.

Livros de física e a concepção do universo: Física (8 livros); Sobre o Céu (2 livros); Sobre a Geração e a Corrupção (2 livrso); Meteorológicos (4 livros).

Livros de psicologia: Acerca da Alma (3 livros); "Parva Naturalia" (4 tratados), incluindo os seguintes livros: Acerca da da percepção dos sentidos; Acerca da memória e reminiscência; acerca do sono; acerca dos sonhos;

Livros de biologia: História dos Animais (10 livros, com partes de autoria duvidosa); Acerca das partes dos animais (4 livros); acerca do movimento dos animais; acerca da marcha dos animais; acerca da geração dos animais (5 livros).

Livros de metafísica: Foi Andronico que atribuiu a estes livros (14) a denominação de Metafísica (literalmente "depois da física), por os mesmo se seguirem aos seus apontamentos que tratavam da física.

Livros de ética: Ética a Nicómaco (organizada por Nicómaco, filho de Aristóteles); Ética a Eudemo (7 livros, organizados por Eudemo, discípulo de Aristóteles); a Grande Moral ( 2 livros, com fragmentos das éticas anteriores e de autoria duvidosa):

Livros de Política: Política (8 livros); Constituição de Atenas.

Livros sobre a linguagem e a estética: Retórica e Poética.
http://afilosofia.no.sapo.pt/Aristoteles.htm

Principais Domínios de Investigação

Toda a sua filosofia assenta numa observação minuciosa da natureza, da sociedade e dos indivíduos, organizando de uma forma verdadeiramente enciclopédica. A sua ideia fundamental era a de tudo classificar, dividindo as coisas segundo a sua semelhança ou diferença, obedecendo a um conjunto de perguntas muito simples: Como é esta coisa ? (o género). O que é que a difere doutras que lhe são semelhantes? ( a diferença). A partir daqui começava a hierarquizar todas as coisas, de uma forma tão ordenada que até então nunca ninguém conseguira fazer.

Lógica: o primeiro sistema lógico, que permitiu estabelecer um conjunto de princípios e regras formais por meio das quais se tornou possível distinguir as conclusões falsas das exactas. Na Idade Média os seus escritos sobre lógica foram os manuais mais importantes usados nas universidades, sobretudo na forma que lhes deu o filósofo português Pedro Hispano ( Papa João XXI).

Física: a física era a chave da natureza das coisas, não apenas da forma como se comportavam no presente, mas também no que pontencialmente viriam a transformar-se. Quanto à constituição das coisas defendia a teoria dos quatro elementos: agua, terra, fogo e ar. Os corpos celestes, com excepção da terra, eram constituídos por um quinto elemento puro e incorruptível. O universo é concebido de forma hierarquizada, tendo no centro a terra, girando à sua volta todos os corpos celestes.

Biologia: recusando a separação das ideias da natureza, como fazia Platão, Aristóteles, apontou como tarefa para o investigador a de descobrir e classificar as formas do mundo material. Os últimos 12 anos da sua vida foram preenchidos com esta tarefa. Partindo de uma observação sistemática dos seres vivos, e não desdenhando estudar vermes ou insectos, registou perto de 500 classes diferentes de animais, dos quais dissecou aproximadamente 50 tipos. Foi o primeiro que dividiu o mundo animal entre vertebrados e invertebrados; sabia que a baleia não era um peixe e que o morcego não era um pássaro, mas que ambos eram mamíferos.

Política: a sua primeira preocupação foi a elaborar uma listagem tão completa quanto possível sobre os diferentes modelos políticos que existiam no seu tempo. Enumerou um total de 158 constituições de cidades ou países diferentes. Partindo da sua diversidade procurou depois as suas semelhanças e diferenças, pondo em evidência o que constituía a natureza de cada regime. Evitou, quanto pode, mostrar as suas preferências por um ou outro regime político.

Carlos Fontes http://afilosofia.no.sapo.pt/Aristoteles.htm

O pensamento de Aristóteles

Τῆς παιδείας ἔφε τὰς μὲν ῥίζας εἶναι πικράς, τὸν δὲ καρπὸον γλυκύν.
A educação tem raízes amargas, mas os frutos são doces.
D.L. 5.18

Aristóteles rejeitou a teoria das formas ("idéias") de seu mestre, Platão, pois ela envolvia conceitos excessivamente abstratos; para ele, existem apenas seres e objetos concretos e reais, que podem ser percebidos pelos sentidos e analisados em termos de forma, constituição, construção e finalidade. Todas as coisas têm caracteres gerais, que permitem agrupá-las, e caracteres específicos, que as distinguem umas das outras.

Esse "sistema" permeia toda a obra de Aristóteles. Sua contribuição fundamental à Filosofia foi, no entanto, a criação da lógica formal e da lógica material, métodos que organizam e ordenam o raciocínio e o pensar. Dentre outras importantes contribuições, cite-se a retórica, estudo da palavra, uma das mais distintivas características do homem; a ética, estudo dos princípios racionais da virtude humana; e a política, estudo do comportamento do homem em comunidade.
Aristóteles estudou, ordenou, classificou e escreveu a respeito de toda a ciência e toda a filosofia antiga; "não teve continuadores, e sim comentadores" (Humbert, 1961). O pensamento aristotélico dominou de forma absoluta a Idade Média ocidental, influenciou os árabes e continuou praticamente incontestado até o século XIX.
www.greciantiga.org/fil/fil06.asp

Aristóteles em 1 minuto

"Deus é perfeito, eu sou perfeito, logo, eu sou Deus."
Chuck Norris sobre lógica

Aristóteles é o cara, sendo capaz de ser um filho da mãe vagabundo e ao mesmo tempo inventar mentiras capazes de eternizar seu nome na história. Contam as lendas que além de jogar futebol como um craque, ele também era capaz de colocar o dedão do pé esquerdo na orelha direita.

A Verdade (está la fora)
Aristóteles acreditava que apartir de qualquer coisa que viesse-lhe à mente ele seria capáz de compreender a verdadeira "essência" de qualquer objeto. Além de ser uma teoria capenga e arrogante, ele ainda tentava usar o respaldo do Sócrates botando a culpa nele, mesmo sendo o Sócrates a última pessoa no mundo que admitiria ter conhecimento sobre algo (Só sei que nada sei).

Vida Amorosa
Junto com Platão e Sócrates, Aristóteles formaria o triângulo amoroso mais filosófico de toda a Grécia Antiga. Eles passavam as tardes de verão (?) entre diálogos (ou seria triálogos?) filosóficos e mènages a trois. Na sua infância foi alvo de chacotas femininas, algo que alimentou seu ódio por elas (ele dizia que elas eram homens incompletos) e sua afeição pelos homens gregos.
Além de Platão e Sócrates, teve outro amante muito famoso na história: Alexandre, o Grande. É quem diria... Ensinou o Alexandrão (como era seu costume chamá-lo) a filosofar e ganhou uma vaga no concurso de Miss Grécia 320 a.C.
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Arist%C3%B3teles
os textos não estão entrando... pânico...

Segunda-feira


Negócio é o seguinte: só fiquei sabendo hj q 4ªf vcs terão show de talentos a manhã toda. Tinha programado pra fazer uma prova pseudo-surpresa pra vcs nesta data.

Tô surtando aki escolhendo material pra vcs estudarem, por isso a demora.

O wikipedia tem ótimo material; pra quem lê inglês a página está melhor ainda. O problema na internet é q os textos ou são mto extensos e complexos ou mto superficiais, por isso o mix nos posts.

Não se preocupem com o fórum; darei prazo maior pra vcs responderem. Fui viajar e dei balão na turma.

Dúvidas, já sabem:kinnara@iname.com e/ou anapaula_filosofia@hotmail.com

domingo, 9 de novembro de 2008

No país, 41% das mortes ocorrem antes dos 60 anos

Destak, 07/11/2008

Segundo o levantamento "Saúde Brasil", 413.345 pessoas faleceram antes dos 60 anos, o que representa 41,2% dos 1.003.350 de óbitos registrados em 2005.
O alto número de mortes entre os não idosos está diretamente ligado aos óbitos originários de causas externas, como homicídios e acidentes de trânsito. Neste último caso, foram 35.155 vítimas, 82% homens de 20 a 59 anos.

Mudança de hábito
No país, o ranking geral de mortes é liderado pelas doenças circulatórias (283.927 óbitos), seguidas pelo câncer (147.418 vítimas).

Segundo o Ministério da Saúde, essas doenças estão ligadas à inatividade física, consumo exagerado de álcool e tabaco e alimentação rica em gordura, sal e açúcar, "hábitos que precisam ser mudados".

Homens X mulheres
O estudo mostra ainda que as principais causas de mortes mudam de acordo com o sexo. No caso dos homens, o infarto do miocárdio lidera. Já para mulheres, o câncer é o que mais mata.

Negros são maiores vítimas de homicídio
A pesquisa "Saúde Brasil" mostra que, no DF e em 25 dos 26 Estados do país, os negros são as maiores vítimas de homicídio. O Ministério da Saúde aponta a pobreza como fator mais determinante para essa situação. Apenas no Paraná o número de assassinatos é semelhante ao dos brancos. A Paraíba é o Estado com maior disparidade. Em 2005, as notificações de homicídio projetaram taxa de 30,2 óbitos por 100 mil habitantes para os negros e apenas 3,3 para os brancos.

http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=14,4202

Se pudesse, metade colocaria parentes em emprego público

Destak, 06/11/2008

Pesquisa feita a pedido da Comissão de Ética Pública, órgão vinculado à Presidência da República, mostra que a maioria dos cidadãos tolera a prática do nepotismo: 50,3% admitiram que, se pudessem, contratariam parentes para cargo públicos.
O levantamento foi feito pelo professor Ricardo Caldas, da Universidade de Brasília (UnB), entre março e junho. Foram ouvidas 1.767 pessoas de várias profissões em todo o país.
"Se pudesse resumir toda esta pesquisa em uma frase, eu diria que a sociedade brasileira não sabe separar o público do privado", afirmou Caldas à Folha de S.Paulo. "Tanto a sociedade civil como os próprios servidores legitimaram o nepotismo", conclui o professor.

Servidores públicos
A pesquisa também ouviu 1.027 funcionários públicos de seis Estados (SP, MG, PA, PB, PR e RJ) e do Distrito Federal; 32,1% disseram que contratariam parentes.
Do total, 8,5% disseram ter obtido o cargo por meio de indicação de parente; 16,2%, por meio de contatos políticos; 12,1%, por indicação de amigos, e 44,3%, por concurso.
Quando questionados sobre ética profissional, 51,3% dos servidores responderam que se consideram éticos, contra 22,3% que disseram sê-lo "às vezes"; 18,6% responderam que não são.

http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=14,4122