domingo, 21 de setembro de 2008
Outra vez, Marcos Felipe
Futebol
O melhor das Paraolimpíadas
Brasil fez recorde de medalhas e ouro no futebol para deficientes visuais. Argentina foi bronze...
18/09/2008@04:08:19 GMT-3
O Brasil encerrou ontem a participação nos Jogos de Pequim com seu melhor desempenho na história das Paraolimpíadas. Os atletas brasileiros voltam da capital chinesa com 47 medalhas (16 ouros) e a inédita nona colocação.
A última conquista da delegação foi o ouro no futebol de cinco, na categoria de deficientes visuais. De virada, a Seleção venceu ontem a China por 2 a 1 e conquistou o bicampeonato olímpico. O título também fez com que o Brasil ultrapasse a Espanha e assumisse a nona posição.Até então, a melhor campanha do país nas Paraolimpíadas tinha sido o 14º lugar nos Jogos de Atenas 2004, com 33 pódios (14 ouros).
O rendimento por atleta, porém, teve uma piora. Em Atenas, o Brasil levou 98 competidores e teve média de uma medalha para cada três atletas. Já em Pequim, foram 188 integrantes e média de um pódio para cada quatro pessoas.
O esporte mais vitorioso do Brasil foi a natação. Da piscina do Cubo d’Água saíram 19 medalhas, das quais 8 foram de ouro.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=32144
18/09/2008@04:08:19 GMT-3
O Brasil encerrou ontem a participação nos Jogos de Pequim com seu melhor desempenho na história das Paraolimpíadas. Os atletas brasileiros voltam da capital chinesa com 47 medalhas (16 ouros) e a inédita nona colocação.
A última conquista da delegação foi o ouro no futebol de cinco, na categoria de deficientes visuais. De virada, a Seleção venceu ontem a China por 2 a 1 e conquistou o bicampeonato olímpico. O título também fez com que o Brasil ultrapasse a Espanha e assumisse a nona posição.Até então, a melhor campanha do país nas Paraolimpíadas tinha sido o 14º lugar nos Jogos de Atenas 2004, com 33 pódios (14 ouros).
O rendimento por atleta, porém, teve uma piora. Em Atenas, o Brasil levou 98 competidores e teve média de uma medalha para cada três atletas. Já em Pequim, foram 188 integrantes e média de um pódio para cada quatro pessoas.
O esporte mais vitorioso do Brasil foi a natação. Da piscina do Cubo d’Água saíram 19 medalhas, das quais 8 foram de ouro.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=32144
Terezinha Guilhermina
Lucas Prado
AGORA, SIM!!! O Phelps das Paraolimpíadas
O Phelps das Paraolimpíadas
O nadador brasileiro volta de Pequim com nove medalhas
16/09/2008
Daniel Dias conquistou ontem mais duas medalhas de prata e vai deixar Pequim como o nadador mais vitorioso das Paraolimpíadas. Com 9 medalhas (4 ouros, 4 pratas e 1 bronze), Daniel é o maior medalhistas dos Jogos até o momento.
No último dia de provas no Cubo d’Água, o brasileiro ficou em segundo nos 50 m livre, na categoria S5, e no revezamento 4 x 50 m medley, ao lado da equipe brasileira.
“Os Jogos de Pequim foram espetaculares. Agradeço a todos que me ajudaram. E é só minha primeira Paraolimpíada”, comemorou o nadador de 20 anos.
Daniel também entra para a história do esporte paraolímpico do Brasil como o atleta que mais conquistou medalhas em uma única edição dos Jogos.
Brasil ganha outras quatro medalhas Além das duas pratas de Daniel Dias, o Brasil ganhou mais quatro medalhas ontem. André Brasil venceu os 50 m livre e levou seu quarto ouro. Já a dupla de tênis de mesa Luiz Silva/Welder Knaf ficou com a prata ao perder a decisão para a França. A nadadora Edenia Garcia, nos 50 m livre, e o velocista Yohansson Nascimento, nos 100 m, foram bronze.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=32025
O nadador brasileiro volta de Pequim com nove medalhas
16/09/2008
Daniel Dias conquistou ontem mais duas medalhas de prata e vai deixar Pequim como o nadador mais vitorioso das Paraolimpíadas. Com 9 medalhas (4 ouros, 4 pratas e 1 bronze), Daniel é o maior medalhistas dos Jogos até o momento.
No último dia de provas no Cubo d’Água, o brasileiro ficou em segundo nos 50 m livre, na categoria S5, e no revezamento 4 x 50 m medley, ao lado da equipe brasileira.
“Os Jogos de Pequim foram espetaculares. Agradeço a todos que me ajudaram. E é só minha primeira Paraolimpíada”, comemorou o nadador de 20 anos.
Daniel também entra para a história do esporte paraolímpico do Brasil como o atleta que mais conquistou medalhas em uma única edição dos Jogos.
Brasil ganha outras quatro medalhas Além das duas pratas de Daniel Dias, o Brasil ganhou mais quatro medalhas ontem. André Brasil venceu os 50 m livre e levou seu quarto ouro. Já a dupla de tênis de mesa Luiz Silva/Welder Knaf ficou com a prata ao perder a decisão para a França. A nadadora Edenia Garcia, nos 50 m livre, e o velocista Yohansson Nascimento, nos 100 m, foram bronze.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=32025
Pra turma do LHC 2
Infográficos geniais do El País
http://www.elpais.com/graficos/sociedad/Gran/acelerador/particulas/europeo/elpgra/20080910elpepusoc_1/Ges/
http://www.elpais.com/graficos/sociedad/Gran/acelerador/particulas/europeo/elpgra/20080910elpepusoc_1/Ges/
Faça sua escolha: Conheça as profissões que estão em alta no mercado
*Este especial está na Folha de S. Paulo de hj! Achei mto legal e tem bastante reportagens sobre várias profissões.
21 de setembro de 2008
GUIA DAS PROFISSÕES
Faça sua escolha: Conheça as profissões que estão em alta no mercado
Dez carreiras foram escolhidas após consulta a 158 especialistas e instituições
Talento. Gosto. Afinidade. Tudo isso deve ser levado em conta na hora de escolher uma profissão. Além disso, saber como está o mercado de trabalho também é importante ao optar por uma carreira.
Para ajudar vestibulandos em dúvida, a Folha analisou os setores do mercado que mais crescem atualmente e que deverão continuar em alta nos próximos cinco anos ou mais.
A reportagem pesquisou também que tipo de formação os profissionais dessas áreas em alta devem ter para conseguir bons empregos. Houve ainda a preocupação de que as profissões escolhidas contemplassem as áreas de exatas, humanas e biológicas.
O resultado são dez carreiras promissoras, cujo perfil foi traçado com a ajuda de 158 profissionais e instituições de referência em suas áreas.
Na análise do secretário de políticas públicas de emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, o crescimento da economia brasileira facilita o ingresso do profissional em todos os setores.
"Os cursos tradicionalmente procurados por jovens de classe média, como direito, não são o forte deste momento. Mas, com o atual crescimento, todas as áreas são promissoras, não há um emprego que esteja caindo agora", diz Nascimento.
O destaque são as atividades ligadas à área de produção, como energia, tecnologia da informação, infra-estrutura urbana e construção.
Com a prospecção de novas reservas de petróleo no país, aumenta ainda a necessidade de engenheiros e geólogos. O secretário do ministério estima que sejam necessários mais de dois milhões de profissionais para trabalhar nessa área nos próximos cinco anos. Só de engenheiros, o país tem uma demanda de cerca de 80 mil profissionais para os próximos três anos, segundo Nascimento.
Na saúde, falta mão-de-obra qualificada em algumas áreas, como a medicina pública -aplicada em programas sociais do governo federal. Além disso, o envelhecimento da população amplia a demanda por geriatras e oncologistas e o avanço de tecnologias abre espaço para as áreas da genética -em que a biomedicina cumpre papel importante.
A preocupação com a saúde também chega à mesa, e nutricionistas são cada vez mais requisitados, tanto pelo setor público quanto pelo privado.
Já as empresas procuram profissionais que cuidem de sua imagem e comunicação, como o relações-públicas, e administradores com especialização. Conhecimento específico é o que falta também a professores de ensino médio, principalmente nas áreas de filosofia, sociologia, matemática, química, física e biologia.
Previsões
As previsões para jovens são otimistas. Pesquisa lançada neste mês pela Fundação Getulio Vargas e pelo Instituto Votorantim mostra que, de 1,6 milhão de empregos formais criados em 2007, 93% foram ocupados por gente de até 29 anos.
Para quem gosta de pensar para a frente, este especial traz ainda uma entrevista com Carlos Antônio Leite Brandão, 49, coordenador de um instituto da Universidade Federal de Minas Gerais que estuda as profissões que deverão ser criadas daqui a duas décadas.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/ce2109200816.htm
21 de setembro de 2008
GUIA DAS PROFISSÕES
Faça sua escolha: Conheça as profissões que estão em alta no mercado
Dez carreiras foram escolhidas após consulta a 158 especialistas e instituições
Talento. Gosto. Afinidade. Tudo isso deve ser levado em conta na hora de escolher uma profissão. Além disso, saber como está o mercado de trabalho também é importante ao optar por uma carreira.
Para ajudar vestibulandos em dúvida, a Folha analisou os setores do mercado que mais crescem atualmente e que deverão continuar em alta nos próximos cinco anos ou mais.
A reportagem pesquisou também que tipo de formação os profissionais dessas áreas em alta devem ter para conseguir bons empregos. Houve ainda a preocupação de que as profissões escolhidas contemplassem as áreas de exatas, humanas e biológicas.
O resultado são dez carreiras promissoras, cujo perfil foi traçado com a ajuda de 158 profissionais e instituições de referência em suas áreas.
Na análise do secretário de políticas públicas de emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, o crescimento da economia brasileira facilita o ingresso do profissional em todos os setores.
"Os cursos tradicionalmente procurados por jovens de classe média, como direito, não são o forte deste momento. Mas, com o atual crescimento, todas as áreas são promissoras, não há um emprego que esteja caindo agora", diz Nascimento.
O destaque são as atividades ligadas à área de produção, como energia, tecnologia da informação, infra-estrutura urbana e construção.
Com a prospecção de novas reservas de petróleo no país, aumenta ainda a necessidade de engenheiros e geólogos. O secretário do ministério estima que sejam necessários mais de dois milhões de profissionais para trabalhar nessa área nos próximos cinco anos. Só de engenheiros, o país tem uma demanda de cerca de 80 mil profissionais para os próximos três anos, segundo Nascimento.
Na saúde, falta mão-de-obra qualificada em algumas áreas, como a medicina pública -aplicada em programas sociais do governo federal. Além disso, o envelhecimento da população amplia a demanda por geriatras e oncologistas e o avanço de tecnologias abre espaço para as áreas da genética -em que a biomedicina cumpre papel importante.
A preocupação com a saúde também chega à mesa, e nutricionistas são cada vez mais requisitados, tanto pelo setor público quanto pelo privado.
Já as empresas procuram profissionais que cuidem de sua imagem e comunicação, como o relações-públicas, e administradores com especialização. Conhecimento específico é o que falta também a professores de ensino médio, principalmente nas áreas de filosofia, sociologia, matemática, química, física e biologia.
Previsões
As previsões para jovens são otimistas. Pesquisa lançada neste mês pela Fundação Getulio Vargas e pelo Instituto Votorantim mostra que, de 1,6 milhão de empregos formais criados em 2007, 93% foram ocupados por gente de até 29 anos.
Para quem gosta de pensar para a frente, este especial traz ainda uma entrevista com Carlos Antônio Leite Brandão, 49, coordenador de um instituto da Universidade Federal de Minas Gerais que estuda as profissões que deverão ser criadas daqui a duas décadas.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/ce2109200816.htm
A SEMANA DE CADA UM
21 de setembro de 2008
CÉU
Sebastian Vettel, 21, venceu o GP da Itália e se tornou o mais jovem piloto a vencer na F-1
O primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg, anunciou compromisso de injetar US$ 1 bilhão no Fundo de Proteção e Conservação da Amazônia até 2015
A chanceler israelense, Tzipi Livni, ganhou eleições internas do partido governista Kadima e pode se tornar primeira-ministra
A brasileira Fiocruz desenvolveu genérico do Efavirenz, medicamento anti-Aids importado
O artista Damien Hirst colocou 223 trabalhos à venda em leilão, e o mais caro deles, "O Bezerro de Ouro, foi vendido por cerca de R$ 34,2 milhões
O número de feridos em acidente de trânsito na Grande SP diminuiu 44% desde o início da Lei Seca
INFERNO
Mensalidade escolar deverá ter reajuste médio de 10% em 2009
Em greve, policiais civis de São Paulo suspenderam parcialmente o atendimento
Romero Menezes, número 2 da Polícia Federal, foi preso suspeito de beneficiar o irmão com informações privilegiadas; ele, que nega as acusações, conseguiu habeas corpus
Leite adulterado mata ao menos quatro bebês na China e deixa mais de 1.300 internados
Pelo menos dez pessoas, além de seis terroristas, morrem em ataque contra a Embaixada dos EUA no Iêmen
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200806.htm
CÉU
Sebastian Vettel, 21, venceu o GP da Itália e se tornou o mais jovem piloto a vencer na F-1
O primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg, anunciou compromisso de injetar US$ 1 bilhão no Fundo de Proteção e Conservação da Amazônia até 2015
A chanceler israelense, Tzipi Livni, ganhou eleições internas do partido governista Kadima e pode se tornar primeira-ministra
A brasileira Fiocruz desenvolveu genérico do Efavirenz, medicamento anti-Aids importado
O artista Damien Hirst colocou 223 trabalhos à venda em leilão, e o mais caro deles, "O Bezerro de Ouro, foi vendido por cerca de R$ 34,2 milhões
O número de feridos em acidente de trânsito na Grande SP diminuiu 44% desde o início da Lei Seca
INFERNO
Mensalidade escolar deverá ter reajuste médio de 10% em 2009
Em greve, policiais civis de São Paulo suspenderam parcialmente o atendimento
Romero Menezes, número 2 da Polícia Federal, foi preso suspeito de beneficiar o irmão com informações privilegiadas; ele, que nega as acusações, conseguiu habeas corpus
Leite adulterado mata ao menos quatro bebês na China e deixa mais de 1.300 internados
Pelo menos dez pessoas, além de seis terroristas, morrem em ataque contra a Embaixada dos EUA no Iêmen
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200806.htm
MANCHETES DA FOLHA
21 de setembro de 2008
Manchetes
Segunda, 15.set
Verba do petróleo não melhora nível da escola pública
Terça, 16.set
Maior quebra da história causa o pior dia nas Bolsas desde 11/9
Quarta, 17.set
Com US$ 85 bi, EUA salvam seguradora
Quinta, 18.set
Crise financeira derruba Bolsas e paralisa crédito
Sexta, 19.set
Empatados, Alckmin e Kassab lutam pelo 2º turno
Sábado, 20.set
Bolsas disparam à espera de megapacote
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200803.htm
Manchetes
Segunda, 15.set
Verba do petróleo não melhora nível da escola pública
Terça, 16.set
Maior quebra da história causa o pior dia nas Bolsas desde 11/9
Quarta, 17.set
Com US$ 85 bi, EUA salvam seguradora
Quinta, 18.set
Crise financeira derruba Bolsas e paralisa crédito
Sexta, 19.set
Empatados, Alckmin e Kassab lutam pelo 2º turno
Sábado, 20.set
Bolsas disparam à espera de megapacote
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200803.htm
Para entender a crise americana 5
Semana de perdas termina com plano de socorro
21 de setembro de 2008
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
Os mercados encerraram semana dramática, de perdas generalizadas nos negócios com ações, moedas, commodities e títulos de dívidas, em que ficou para traz a história independente de três instituições centenárias de Wall Street -a seguradora AIG e os bancos Lehman Brothers e Merrill Lynch.
Após ruírem três dos cinco maiores bancos de investimento de Wall Street, o governo e o Congresso dos EUA desistiram de esperar uma autodepuração dos bancos e viram na intervenção -com custo de até US$ 1 trilhão do contribuinte- um preço mais razoável para salvar as finanças do país.
A semana começou com o pedido de concordata do Lehman Brothers e a venda da Merrill Lynch para o Bank of America.
Na terça, as atenções se voltaram para a possibilidade de insolvência da seguradora AIG, que fazia apólices de seguro de crédito para a maioria dos bancos e financeiras dos EUA. A quebra da seguradora traria prejuízos imediatos a todo o mercado. Fracassaram as negociações para capitalizá-la e o governo americano teve de estatizá-la, com a injeção de US$ 85 bilhões por uma fatia de 80% na empresa.
Nesse meio tempo, o Fed decepcionou ao não reduzir os juros americanos, atualmente em 2%, movimento visto como capaz de trazer algum oxigênio para o combalido mercado.
O socorro a AIG trouxe algum alívio, mas não foi suficiente para acalmar os ânimos. Na quarta, as desconfianças apontavam para a possibilidade de insolvência de Morgan Stanley e Goldman Sachs, os dois únicos sobreviventes entre os bancos de investimento em Wall Street. Alvo de ataques especulativos, as ações dos dois bancos chegaram a cair mais de 50%. A SEC (CVM dos Estados Unidos) restringiu as apostas contra ações de empresas em dificuldades, apontada como um dos fatores que levaram a quebra do Lehman Brothers.
A melhora só veio na tarde de quinta, com a perspectiva de o governo promover uma verdadeira faxina nas carteiras dos bancos e fundos de investimento com o resgate dos títulos subprime (segunda linha) do mercado imobiliário.
No Brasil, a Bovespa seguiu o humor ditado por Nova York, só que acentuado pela aversão maior ao risco brasileiro -após altos e baixos, terminou a semana com alta de 1,27%, enquanto em Nova York a baixa foi de 0,29% no índice Dow Jones. No mercado de câmbio, o dólar disparou, batendo em R$ 1,93 e obrigando o BC a retomar a política de vender contratos de dólar futuro. Terminou a sexta a R$ 1,831, com alta de 2,81% na semana.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200802.htm
21 de setembro de 2008
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
Os mercados encerraram semana dramática, de perdas generalizadas nos negócios com ações, moedas, commodities e títulos de dívidas, em que ficou para traz a história independente de três instituições centenárias de Wall Street -a seguradora AIG e os bancos Lehman Brothers e Merrill Lynch.
Após ruírem três dos cinco maiores bancos de investimento de Wall Street, o governo e o Congresso dos EUA desistiram de esperar uma autodepuração dos bancos e viram na intervenção -com custo de até US$ 1 trilhão do contribuinte- um preço mais razoável para salvar as finanças do país.
A semana começou com o pedido de concordata do Lehman Brothers e a venda da Merrill Lynch para o Bank of America.
Na terça, as atenções se voltaram para a possibilidade de insolvência da seguradora AIG, que fazia apólices de seguro de crédito para a maioria dos bancos e financeiras dos EUA. A quebra da seguradora traria prejuízos imediatos a todo o mercado. Fracassaram as negociações para capitalizá-la e o governo americano teve de estatizá-la, com a injeção de US$ 85 bilhões por uma fatia de 80% na empresa.
Nesse meio tempo, o Fed decepcionou ao não reduzir os juros americanos, atualmente em 2%, movimento visto como capaz de trazer algum oxigênio para o combalido mercado.
O socorro a AIG trouxe algum alívio, mas não foi suficiente para acalmar os ânimos. Na quarta, as desconfianças apontavam para a possibilidade de insolvência de Morgan Stanley e Goldman Sachs, os dois únicos sobreviventes entre os bancos de investimento em Wall Street. Alvo de ataques especulativos, as ações dos dois bancos chegaram a cair mais de 50%. A SEC (CVM dos Estados Unidos) restringiu as apostas contra ações de empresas em dificuldades, apontada como um dos fatores que levaram a quebra do Lehman Brothers.
A melhora só veio na tarde de quinta, com a perspectiva de o governo promover uma verdadeira faxina nas carteiras dos bancos e fundos de investimento com o resgate dos títulos subprime (segunda linha) do mercado imobiliário.
No Brasil, a Bovespa seguiu o humor ditado por Nova York, só que acentuado pela aversão maior ao risco brasileiro -após altos e baixos, terminou a semana com alta de 1,27%, enquanto em Nova York a baixa foi de 0,29% no índice Dow Jones. No mercado de câmbio, o dólar disparou, batendo em R$ 1,93 e obrigando o BC a retomar a política de vender contratos de dólar futuro. Terminou a sexta a R$ 1,831, com alta de 2,81% na semana.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200802.htm
HITS DA WEB - Folha Online
domingo, 21 de setembro de 2008
As mais lidas na Folha Online
Bolsas têm pior dia desde os ataques de 11 de Setembro
Fed aprova empréstimo de US$ 85 bilhões para salvar AIG
PF apreende 300 toneladas de contrabando em Guarulhos
Cientista brasileiro confirma existência de água em Marte
Sandy se casa sob tenda montada na casa dos pais
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200801.htm
As mais lidas na Folha Online
Bolsas têm pior dia desde os ataques de 11 de Setembro
Fed aprova empréstimo de US$ 85 bilhões para salvar AIG
PF apreende 300 toneladas de contrabando em Guarulhos
Cientista brasileiro confirma existência de água em Marte
Sandy se casa sob tenda montada na casa dos pais
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr2109200801.htm
Lula quer reabrir compra de ações da Petrobras com FGTS para exploração do pré-sal
21/09/2008 da Folha Online
Reportagem de Kennedy Alencar, publicada na edição deste domingo da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que trabalhadores com conta no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) poderão usar esses recursos numa nova rodada de investimentos na Petrobras. Para permitir capitalização, será preciso mudar a lei.
Quem já tem ações da Petrobras compradas com recursos do FGTS também poderá voltar a aplicar na empresa. Em 2000, o governo permitiu o uso do FGTS para a compra de ações da Petrobras.
De acordo com a reportagem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu permitir o uso do FGTS na capitalização da Petrobras para explorar o petróleo da camada pré-sal.
A reportagem informa ainda que Lula decidiu que a União fará uma capitalização da Petrobras a fim de elevar sua participação nos lucros da empresa, que tendem a aumentar bastante com a exploração do pré-sal.
De acordo com a reportagem, o Palácio do Planalto acredita que a medida amenizará a crítica de prejuízo aos acionistas minoritários com a capitalização que a União fará na Petrobras.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447190.shtml
Reportagem de Kennedy Alencar, publicada na edição deste domingo da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que trabalhadores com conta no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) poderão usar esses recursos numa nova rodada de investimentos na Petrobras. Para permitir capitalização, será preciso mudar a lei.
Quem já tem ações da Petrobras compradas com recursos do FGTS também poderá voltar a aplicar na empresa. Em 2000, o governo permitiu o uso do FGTS para a compra de ações da Petrobras.
De acordo com a reportagem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu permitir o uso do FGTS na capitalização da Petrobras para explorar o petróleo da camada pré-sal.
A reportagem informa ainda que Lula decidiu que a União fará uma capitalização da Petrobras a fim de elevar sua participação nos lucros da empresa, que tendem a aumentar bastante com a exploração do pré-sal.
De acordo com a reportagem, o Palácio do Planalto acredita que a medida amenizará a crítica de prejuízo aos acionistas minoritários com a capitalização que a União fará na Petrobras.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447190.shtml
Para entender a crise americana 4
16 de setembro de 2008
Falha "geológica" expõe sistema frágil
Abalo sísmico no mercado financeiro revela como o setor construi inovações e se expandiu em bases inconsistentes
Operações da banca privada sem fiscalização oficial ruem e dificultam avaliação exata das perdas, necessária para controlar colapso
GILLIAN TETT DO "FINANCIAL TIMES"
Nesta década, o sistema financeiro ocidental parece uma cidade do Terceiro Mundo, construída sobre uma falha geológica e crescendo em ritmo acelerado. Em teoria, seus bem remunerados habitantes sempre souberam que um grande terremoto era possível e chegaram até ocasionalmente a olhar através da lama para verificar as fundações dos edifícios.
Mas a maior parte dos financistas estava tão ocupada com a expansão de seus negócios que essas verificações de segurança em geral foram perfunctórias. E as pessoas pagas para monitorar as fundações -as autoridades regulatórias- encontraram dificuldades para realizar a tarefa em meio à neblina que o frenesi de construção e inovação do setor fazia levantar.
Agora, porém, o terremoto chegou, e com uma violência que poucos esperavam. E à medida que nomes como o do Lehman Brothers desabam numa nuvem de poeira, torna-se chocantemente óbvio até que ponto eram frágeis algumas das fundações das finanças modernas, tendo em conta as vastas atividades que sustentavam.
Em retrospecto, por exemplo, hoje parece loucura que as autoridades tenham um dia permitido a uma instituição como o Lehman operar nos últimos anos com nível de alavancagem de 35 vezes ou mais seu capital. Afinal, com tamanhas dívidas empilhadas numa base minúscula de capital, não é necessária uma grande deterioração nos preços dos ativos para causar pânico.
Mas ficou também dolorosamente evidente que a infra-estrutura logística que sustenta o moderno sistema financeiro é preocupantemente instável em parte porque foi montada ao improviso, por diversos protagonistas do setor privado.
Tomem por exemplo o mercado de CDS ("credit default swaps"), que movimenta US$ 62 bilhões. Grupos como a ISDA (Associação Internacional de Swaps e Derivativos) vêm trabalhando incansavelmente nos últimos anos para criar contratos legais que estipulem o que acontece quando a contraparte num contrato de CDS quebra. E nas últimas 48 horas a ISDA vem trabalhando com o Fed de Nova York a fim de implementar esses procedimentos no caso do Lehman.
Mas ainda não está claro, e isso é muito grave, se essas medidas bastarão para compensar o pânico. O mercado de derivativos se baseia em contratos privados e bilaterais que podem variar em termos de detalhes. Muitos bancos não têm recursos para enfrentar as dificuldades logísticas da liquidação de uma montanha de transações.
Na melhor das hipóteses, isso significa que o mundo do crédito poderia agora enfrentar semanas de incerteza; na pior, alguns mercados poderiam se congelar, criando reações em cadeia e tornando ainda mais difícil estabelecer o valor dos ativos de crédito problemáticos, no Lehman e outros.
Não surpreende que siga existindo incerteza quanto ao escopo exato dos ativos tóxicos do Lehman (as estimativas vão de US$ 40 bilhões a US$ 80 bilhões). Nem que as autoridades regulatórias agora lamentem seu fracasso em reforçar as fundações do setor de derivativos negociados privadamente.
É justo apontar que os bancos haviam criado planos, recentemente, para enxugar os contratos CDS e colocar essas atividades em uma Bolsa regulamentada, em lugar de depender de transações privadas bilaterais, sem fiscalização oficial. Mas essas reformas sensatas não se materializaram ainda, e já se tornaram necessárias, o que explica a corrosiva sensação de incerteza.
A boa notícia, claro, é que os acontecimentos estão acelerando o processo de reforma e forçando bancos e corretoras a considerar essas questões seriamente. Caso o sistema de derivativos consiga cambalear até a semana que vem sem congelar, no futuro ele parecerá mais confiável.
Ainda mais importante, as quebras e as fusões estão removendo parte da capacidade excedente e da alavancagem que vinham prejudicando o sistema financeiro. Essa é uma precondição essencial para a recuperação. De fato, existe uma boa chance de que, quando os historiadores narrarem a história, retratem a implosão do Lehman como o ponto mais baixo do grande choque do crédito em 2007/8.
No entanto, antes que uma verdadeira recuperação possa começar, há ainda um desdobramento necessário: os investidores têm de começar a crer que preços genuínos de liquidação surgiram para os ativos tóxicos que residem nas carteiras do Lehman e de outros.
E, embora os acontecimento possam acelerar essa limpeza, o momento crucial ainda não chegou em larga escala. Restam muita incerteza e opacidade.
Aguardem novos choques. Talvez ainda precisemos de muitos meses antes que os destroços de uma década de exageros financeiros sejam removidos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1609200820.htm
Falha "geológica" expõe sistema frágil
Abalo sísmico no mercado financeiro revela como o setor construi inovações e se expandiu em bases inconsistentes
Operações da banca privada sem fiscalização oficial ruem e dificultam avaliação exata das perdas, necessária para controlar colapso
GILLIAN TETT DO "FINANCIAL TIMES"
Nesta década, o sistema financeiro ocidental parece uma cidade do Terceiro Mundo, construída sobre uma falha geológica e crescendo em ritmo acelerado. Em teoria, seus bem remunerados habitantes sempre souberam que um grande terremoto era possível e chegaram até ocasionalmente a olhar através da lama para verificar as fundações dos edifícios.
Mas a maior parte dos financistas estava tão ocupada com a expansão de seus negócios que essas verificações de segurança em geral foram perfunctórias. E as pessoas pagas para monitorar as fundações -as autoridades regulatórias- encontraram dificuldades para realizar a tarefa em meio à neblina que o frenesi de construção e inovação do setor fazia levantar.
Agora, porém, o terremoto chegou, e com uma violência que poucos esperavam. E à medida que nomes como o do Lehman Brothers desabam numa nuvem de poeira, torna-se chocantemente óbvio até que ponto eram frágeis algumas das fundações das finanças modernas, tendo em conta as vastas atividades que sustentavam.
Em retrospecto, por exemplo, hoje parece loucura que as autoridades tenham um dia permitido a uma instituição como o Lehman operar nos últimos anos com nível de alavancagem de 35 vezes ou mais seu capital. Afinal, com tamanhas dívidas empilhadas numa base minúscula de capital, não é necessária uma grande deterioração nos preços dos ativos para causar pânico.
Mas ficou também dolorosamente evidente que a infra-estrutura logística que sustenta o moderno sistema financeiro é preocupantemente instável em parte porque foi montada ao improviso, por diversos protagonistas do setor privado.
Tomem por exemplo o mercado de CDS ("credit default swaps"), que movimenta US$ 62 bilhões. Grupos como a ISDA (Associação Internacional de Swaps e Derivativos) vêm trabalhando incansavelmente nos últimos anos para criar contratos legais que estipulem o que acontece quando a contraparte num contrato de CDS quebra. E nas últimas 48 horas a ISDA vem trabalhando com o Fed de Nova York a fim de implementar esses procedimentos no caso do Lehman.
Mas ainda não está claro, e isso é muito grave, se essas medidas bastarão para compensar o pânico. O mercado de derivativos se baseia em contratos privados e bilaterais que podem variar em termos de detalhes. Muitos bancos não têm recursos para enfrentar as dificuldades logísticas da liquidação de uma montanha de transações.
Na melhor das hipóteses, isso significa que o mundo do crédito poderia agora enfrentar semanas de incerteza; na pior, alguns mercados poderiam se congelar, criando reações em cadeia e tornando ainda mais difícil estabelecer o valor dos ativos de crédito problemáticos, no Lehman e outros.
Não surpreende que siga existindo incerteza quanto ao escopo exato dos ativos tóxicos do Lehman (as estimativas vão de US$ 40 bilhões a US$ 80 bilhões). Nem que as autoridades regulatórias agora lamentem seu fracasso em reforçar as fundações do setor de derivativos negociados privadamente.
É justo apontar que os bancos haviam criado planos, recentemente, para enxugar os contratos CDS e colocar essas atividades em uma Bolsa regulamentada, em lugar de depender de transações privadas bilaterais, sem fiscalização oficial. Mas essas reformas sensatas não se materializaram ainda, e já se tornaram necessárias, o que explica a corrosiva sensação de incerteza.
A boa notícia, claro, é que os acontecimentos estão acelerando o processo de reforma e forçando bancos e corretoras a considerar essas questões seriamente. Caso o sistema de derivativos consiga cambalear até a semana que vem sem congelar, no futuro ele parecerá mais confiável.
Ainda mais importante, as quebras e as fusões estão removendo parte da capacidade excedente e da alavancagem que vinham prejudicando o sistema financeiro. Essa é uma precondição essencial para a recuperação. De fato, existe uma boa chance de que, quando os historiadores narrarem a história, retratem a implosão do Lehman como o ponto mais baixo do grande choque do crédito em 2007/8.
No entanto, antes que uma verdadeira recuperação possa começar, há ainda um desdobramento necessário: os investidores têm de começar a crer que preços genuínos de liquidação surgiram para os ativos tóxicos que residem nas carteiras do Lehman e de outros.
E, embora os acontecimento possam acelerar essa limpeza, o momento crucial ainda não chegou em larga escala. Restam muita incerteza e opacidade.
Aguardem novos choques. Talvez ainda precisemos de muitos meses antes que os destroços de uma década de exageros financeiros sejam removidos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1609200820.htm
Pena alternativa é 56 vezes mais barata que prisão
21/09/2008 Portal Terra
ARARAQUARA - Um levantamento de trabalho da Central de Penas Alternativas de São Paulo revela que o custo de um condenado que cumpre esse tipo de pena para o Estado é baixo. Cada um custa, em média, R$ 13,70 por mês. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), o gasto de cada preso no regime fechado no Estado é de R$ 775 por mês.
O valor das penas alternativas se refere ao pagamento dos funcionários que cuidam dos processos e acompanham o cumprimento das medidas mais brandas definidas pela Justiça. Essa despesa é muito menor se comparada com a prisão convencional e com seus custos de três ou quatro alimentações diárias, segurança, limpeza e atendimentos médico, odontológico e judiciário.
Para o chefe do Departamento de Reintegração Social Penitenciário, em São Paulo, Mauro Rogério Bitencourt, esse tipo de pena vem gerando bons resultados.
- Quando o prestador cumpre a medida alternativa, ele deixa de ir parar na cadeia e, além de custar mais barato ao Estado, talvez, se ele terminasse atrás das grades, não se reintegrasse tão bem a sociedade- afirma.
Segundo a SAP, em São Paulo há 146 unidades prisionais, das quais 14 em regime semi-aberto. Juntas, elas abrigam cerca de 146 mil detentos.
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/09/21/e210915463.html
ARARAQUARA - Um levantamento de trabalho da Central de Penas Alternativas de São Paulo revela que o custo de um condenado que cumpre esse tipo de pena para o Estado é baixo. Cada um custa, em média, R$ 13,70 por mês. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), o gasto de cada preso no regime fechado no Estado é de R$ 775 por mês.
O valor das penas alternativas se refere ao pagamento dos funcionários que cuidam dos processos e acompanham o cumprimento das medidas mais brandas definidas pela Justiça. Essa despesa é muito menor se comparada com a prisão convencional e com seus custos de três ou quatro alimentações diárias, segurança, limpeza e atendimentos médico, odontológico e judiciário.
Para o chefe do Departamento de Reintegração Social Penitenciário, em São Paulo, Mauro Rogério Bitencourt, esse tipo de pena vem gerando bons resultados.
- Quando o prestador cumpre a medida alternativa, ele deixa de ir parar na cadeia e, além de custar mais barato ao Estado, talvez, se ele terminasse atrás das grades, não se reintegrasse tão bem a sociedade- afirma.
Segundo a SAP, em São Paulo há 146 unidades prisionais, das quais 14 em regime semi-aberto. Juntas, elas abrigam cerca de 146 mil detentos.
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/09/21/e210915463.html
Brasil vive a década da redução da desigualdade social, constata FGV
19 de Setembro de 2008
Flávia Villela Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A redistribuição de renda e o aumento da classe média foram as características principais do período de dez anos fechado em 2007. A constatação é do estudo “Miséria e a Nova Classe Média na Década da Igualdade”, divulgado hoje (19) pela Fundação Getulio Vargas.
No período, a classe média cresceu 15 pontos percentuais. Em 1992, 32,52% da população se enquadrava na classe média e esse contingente chegou a 47,06% em 2007. Nos quatro anos finais do período, o crescimento passou de 37,06% para 47,06%. Só em 2007, 1,5 milhão de pessoas saíram da linha de pobreza.
Para os técnicos da FGV, o resultado se deve ao bom desempenho da economia e da geração de emprego formal a partir de 2004.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/09/19/materia.2008-09-19.7160397205/view
Flávia Villela Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A redistribuição de renda e o aumento da classe média foram as características principais do período de dez anos fechado em 2007. A constatação é do estudo “Miséria e a Nova Classe Média na Década da Igualdade”, divulgado hoje (19) pela Fundação Getulio Vargas.
No período, a classe média cresceu 15 pontos percentuais. Em 1992, 32,52% da população se enquadrava na classe média e esse contingente chegou a 47,06% em 2007. Nos quatro anos finais do período, o crescimento passou de 37,06% para 47,06%. Só em 2007, 1,5 milhão de pessoas saíram da linha de pobreza.
Para os técnicos da FGV, o resultado se deve ao bom desempenho da economia e da geração de emprego formal a partir de 2004.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/09/19/materia.2008-09-19.7160397205/view
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