18/04/2008
Pesquisadores britânicos estudaram 115 folhetins entre 1965 e 1999 e concluíram que as famílias menores mostradas na ficção influenciaram as brasileiras; no período, taxa de fecundidade caiu de 6,3 filhos para 2,3 filhos por mulher.
Estudo realizado pelo Centro de Pesquisas para Política Econômica da Grã-Bretanha mostra que a queda na taxa de natalidade no Brasil está diretamente ligada ao tamanho mais reduzido das famílias representadas nas novelas da Rede Globo, informa a BBC Brasil.
A pesquisa analisou o conteúdo de 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999 e descobriu que 72% das personagens femininas com idade até 50 anos não tinham filhos e 28% eram mães de até quatro filhos. Dados do Censo indicam que, no país, a taxa de fecundidade caiu de 6,3 crianças por mulher, em 1960, para 2,3, em 2000.
De acordo com o estudo, famílias pequenas mostradas pelos folhetins teriam influenciado as mulheres brasileiras a desejarem poucos filhos. “Descobrimos que as mulheres que vivem em áreas cobertas pelo sinal da Globo apresentaram taxa de natalidade muito menor. As novelas mexicanas e importadas transmitidas por outros canais não causaram impacto na natalidade”, informa o estudo, conduzido pelos pesquisadores Eliana La Ferrara, Alberto Chong e Suzanne Duryea.
O levantamento aponta ainda que as personagens femininas influenciam de maneira “surpreendente” as escolhas dos nomes dos filhos no país. “As mães que vivem em áreas cobertas pela Rede Globo são quatro vezes mais propensas a batizar seus filhos com o nome de um dos personagens das telenovelas”, diz a pesquisa.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23623
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Coleção traz clássicos de todos os gêneros
17/04/2008
Os cinéfilos têm um bom motivo para comemorar. Chegam às lojas dez clássicos do cinema em DVDs que têm tudo para agradar aos apreciadores da sétima arte.
Além de extras e embalagens especiais, os títulos da coleção Cinema Reserve preservam o nome dos filmes em inglês. Há seis produções premiadas no Oscar, entre elas Amor Sublime Amor, que levou dez estatuetas, incluindo as de melhor filme e direção.
Outros premiados são Patton - Rebelde ou Herói?, de Franklin J. Schaffner; Perdidos na Noite, de John Schlesinger; A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz; Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder; eTora! Tora! Tora!, de Richard Fleischer.
A lista tem ainda O Canhoneiro de Yang Tsé e O Dia em que a Terra Parou, de Robert Wise, Um Barco e Nove Destinos, de Alfred Hitchcock (trabalho menos conhecido, mas interessante do diretor), e Três Homens em Conflito, de Sergio Leone.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23561
Os cinéfilos têm um bom motivo para comemorar. Chegam às lojas dez clássicos do cinema em DVDs que têm tudo para agradar aos apreciadores da sétima arte.
Além de extras e embalagens especiais, os títulos da coleção Cinema Reserve preservam o nome dos filmes em inglês. Há seis produções premiadas no Oscar, entre elas Amor Sublime Amor, que levou dez estatuetas, incluindo as de melhor filme e direção.
Outros premiados são Patton - Rebelde ou Herói?, de Franklin J. Schaffner; Perdidos na Noite, de John Schlesinger; A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz; Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder; eTora! Tora! Tora!, de Richard Fleischer.
A lista tem ainda O Canhoneiro de Yang Tsé e O Dia em que a Terra Parou, de Robert Wise, Um Barco e Nove Destinos, de Alfred Hitchcock (trabalho menos conhecido, mas interessante do diretor), e Três Homens em Conflito, de Sergio Leone.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23561
Terra indígena não dificulta controle das fronteiras, diz Funai
Presidente da fundação nega pressão internacional por demarcação e aponta 'preconceito' contra índios
18 de abril de 2008, 15:55
Roldão Arruda, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Em entrevista ao Estado, o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcio Meira, rebateu nesta sexta-feira, 18, as afirmações de que as terras indígenas na Amazônia dificultam a vigilância das fronteiras: "As Forças Armadas estão presentes, com seus pelotões de fronteira, nestas terras, que pertencem à União. Não há nada que impeça os militares de vigiarem a fronteira. É bom lembrar também que metade dos soldados na região é constituída por índios, que são brasileiros, mesmo tendo uma cultura diferente." Meira reage às declarações do comandante Militar da Amazônia, general Augusto Heleno, contra a demarcação contínua das terras indígenas. Ele definiu a política indígena brasileira como "caótica" e "lamentável".
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac159213,0.htm
Galeria de fotos da Raposa Serra do Sol [excelente!]
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowGaleria.action?idGaleria=615
18 de abril de 2008, 15:55
Roldão Arruda, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Em entrevista ao Estado, o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcio Meira, rebateu nesta sexta-feira, 18, as afirmações de que as terras indígenas na Amazônia dificultam a vigilância das fronteiras: "As Forças Armadas estão presentes, com seus pelotões de fronteira, nestas terras, que pertencem à União. Não há nada que impeça os militares de vigiarem a fronteira. É bom lembrar também que metade dos soldados na região é constituída por índios, que são brasileiros, mesmo tendo uma cultura diferente." Meira reage às declarações do comandante Militar da Amazônia, general Augusto Heleno, contra a demarcação contínua das terras indígenas. Ele definiu a política indígena brasileira como "caótica" e "lamentável".
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac159213,0.htm
Galeria de fotos da Raposa Serra do Sol [excelente!]
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowGaleria.action?idGaleria=615
Saiba onde é a reserva Raposa Serra do Sol e entenda o conflito

Mapa da região em conflito
Operação da PF pretende retirar da área um grupo de grandes e influentes produtores de arroz de RR
SÃO PAULO - A tensão em torno da ocupação da terra indígena Raposa Serra do Sol - homologada há três anos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva - aumentou nos últimos dias. O motivo foi o início, na quinta-feira, da Operação Upakaton 3 - nome dado pela Polícia Federal à serie de ações com que as autoridades federais pretendem retirar da área os últimos ocupantes que ainda estão lá: pequenos proprietários rurais, alguns comerciantes e um grupo de grandes e influentes produtores de arroz.
Conflito
Entre estes últimos, alguns prometem resistir à investida policial, com ações que vão de protestos públicos na capital, Boa Vista, a atos de sabotagem destinados a impedir a entrada dos policiais nas fazendas. A Polícia Federal ainda não tem um prazo definido para a retirada dos produtores de arroz da terra indígena. Agentes policiais recrutados em vários Estados da Amazônia continuam desembarcando na capital do Estado e se deslocando para o interior da reserva, na fronteira com a Guiana e a Venezuela.
Área da reserva
A Raposa é formada por uma área contínua de 1,7 milhão de hectares, dividida entre imensas planícies, semelhantes às das regiões de cerrado, mas aqui chamadas de lavrado; e cadeias de montanhas, na fronteira do Brasil com a Venezuela. Nela vivem cerca de 20 mil índios, a maioria deles da etnia macuxi. Entre os grupos menores estão os uapixanas, ingaricós, taurepangs e outros.
Desde que Lula assinou o decreto de homologação da área, no dia 15 de abril de 2005, a área tem sido objeto de polêmicas e disputas. Os produtores rurais, moradores não-indígenas da região e até parte da população indígena reivindicam que pequenas partes da reserva sejam desmembradas. Eles já recorreram à Justiça, mas nos últimos três anos as batalhas judiciais têm sido sucessivamente vencidas pelo governo.
Repercussão internacional
O caso ganhou repercussão internacional. Organismos da ONU e da OEA cobraram do governo a liberação da área para os indígenas. Na semana passada, a Advocacia Geral da União também fez cobranças. E os índios vinham ameaçando expulsar por conta própria os não-indígenas se o governo não tomasse a iniciativa até o fim de março. Em Roraima, a Raposa Serra do Sol já está ligada à Reserva São Marcos. O Estado tem uma população indígena de 44 mil pessoas, em 32 reservas que ocupam 46% do território estadual.
Territórios indígens
O Brasil tem atualmente cerca de 600 terras indígenas, que abrigam 227 povos, com um total de aproximadamente 480 mil pessoas. Essas terras representam 13% do território nacional, ou 109,6 milhões de hectares. A maior parte das áreas indígenas - 108 milhões de hectares - está na chamada Amazônia Legal, que abrange os Estados de Tocantins, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá, Acre e Amazonas. Quase 27% do território amazônico hoje é ocupado por terras indígenas.
Produtores rurais
Os rizicultores começaram a ocupar a região nos anos 70 e hoje representam um dos setores mais importantes da economia do Estado. Depois do arroz, vendido principalmente em Manaus, estão começando a plantar soja. Apesar disso, não possuem títulos de propriedade - e não têm direito a indenização por elas, só pelas benfeitorias.
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac149613,0.htm
Conflito
Entre estes últimos, alguns prometem resistir à investida policial, com ações que vão de protestos públicos na capital, Boa Vista, a atos de sabotagem destinados a impedir a entrada dos policiais nas fazendas. A Polícia Federal ainda não tem um prazo definido para a retirada dos produtores de arroz da terra indígena. Agentes policiais recrutados em vários Estados da Amazônia continuam desembarcando na capital do Estado e se deslocando para o interior da reserva, na fronteira com a Guiana e a Venezuela.
Área da reserva
A Raposa é formada por uma área contínua de 1,7 milhão de hectares, dividida entre imensas planícies, semelhantes às das regiões de cerrado, mas aqui chamadas de lavrado; e cadeias de montanhas, na fronteira do Brasil com a Venezuela. Nela vivem cerca de 20 mil índios, a maioria deles da etnia macuxi. Entre os grupos menores estão os uapixanas, ingaricós, taurepangs e outros.
Desde que Lula assinou o decreto de homologação da área, no dia 15 de abril de 2005, a área tem sido objeto de polêmicas e disputas. Os produtores rurais, moradores não-indígenas da região e até parte da população indígena reivindicam que pequenas partes da reserva sejam desmembradas. Eles já recorreram à Justiça, mas nos últimos três anos as batalhas judiciais têm sido sucessivamente vencidas pelo governo.
Repercussão internacional
O caso ganhou repercussão internacional. Organismos da ONU e da OEA cobraram do governo a liberação da área para os indígenas. Na semana passada, a Advocacia Geral da União também fez cobranças. E os índios vinham ameaçando expulsar por conta própria os não-indígenas se o governo não tomasse a iniciativa até o fim de março. Em Roraima, a Raposa Serra do Sol já está ligada à Reserva São Marcos. O Estado tem uma população indígena de 44 mil pessoas, em 32 reservas que ocupam 46% do território estadual.
Territórios indígens
O Brasil tem atualmente cerca de 600 terras indígenas, que abrigam 227 povos, com um total de aproximadamente 480 mil pessoas. Essas terras representam 13% do território nacional, ou 109,6 milhões de hectares. A maior parte das áreas indígenas - 108 milhões de hectares - está na chamada Amazônia Legal, que abrange os Estados de Tocantins, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá, Acre e Amazonas. Quase 27% do território amazônico hoje é ocupado por terras indígenas.
Produtores rurais
Os rizicultores começaram a ocupar a região nos anos 70 e hoje representam um dos setores mais importantes da economia do Estado. Depois do arroz, vendido principalmente em Manaus, estão começando a plantar soja. Apesar disso, não possuem títulos de propriedade - e não têm direito a indenização por elas, só pelas benfeitorias.
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac149613,0.htm
MST amplia protestos 12 anos após mortes em Eldorado dos Carajás
quinta-feira, 17 de abril de 2008 16:13 BRT
Por Julio César Villaverde
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) intensificou na quinta-feira, 12o aniversário do massacre de Eldorado dos Carajás (PA), seus protestos exigindo a aceleração da reforma agrária.
Entre as ações, incluíram-se a ocupação de uma das maiores usinas hidrelétricas do país, a paralisação de uma linha de trem usada para o transporte de ferro, a invasão de fazendas, a tomada de pedágios em estradas e outras manifestações.
O MST cumpre neste mês uma jornada nacional pela reforma agrária, batizando-o de "Abril Vermelho" como alusão ao assassinato de 19 agricultores em meio a uma ação policial para dispersar os manifestantes que ocupavam uma estrada de Eldorado do Carajás.
"Depois de 12 anos de um massacre de repercussão internacional, o país ainda não resolveu os problemas dos pobres do campo, que continuam sendo alvo da violência dos fazendeiros e da impunidade da Justiça", afirmou o movimento em um comunicado.
As manifestações de quinta-feira ocorreram um dia depois de os militantes do MST e de outros movimentos rurais terem realizado ações em vários Estados brasileiros, exigindo, entre outras medidas, o assentamento de 150 mil famílias que vivem em acampamentos.
DECEPÇÃO COM LULA
Na mobilização, os sem-terra criticaram também as políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Estamos protestando porque a reforma agrária foi retirada da agenda do governo e porque queremos homenagear os companheiros caídos", disse Ulisses Manaças, da Coordenação Estadual da Via Campesina e do MST no Pará, acrescentando que o governo privilegiava com suas políticas a monocultura e as grandes empresas do setor agroindustrial. Segundo Manaças, existe em todo o país uma cifra recorde de 150 mil famílias vivendo em acampamentos precários, à espera de serem assentadas, mas o governo só entregou terras públicas ou terras em regiões de difícil acesso, como na Amazônia.
"A verdade é que estamos insatisfeitos (com Lula) porque, quanto à reforma agrária, houve apenas promessas não cumpridas", acrescentou, indicando que, na mobilização de quinta-feira, seriam realizadas ações em 23 dos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal.
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRB17566320080417
Por Julio César Villaverde
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) intensificou na quinta-feira, 12o aniversário do massacre de Eldorado dos Carajás (PA), seus protestos exigindo a aceleração da reforma agrária.
Entre as ações, incluíram-se a ocupação de uma das maiores usinas hidrelétricas do país, a paralisação de uma linha de trem usada para o transporte de ferro, a invasão de fazendas, a tomada de pedágios em estradas e outras manifestações.
O MST cumpre neste mês uma jornada nacional pela reforma agrária, batizando-o de "Abril Vermelho" como alusão ao assassinato de 19 agricultores em meio a uma ação policial para dispersar os manifestantes que ocupavam uma estrada de Eldorado do Carajás.
"Depois de 12 anos de um massacre de repercussão internacional, o país ainda não resolveu os problemas dos pobres do campo, que continuam sendo alvo da violência dos fazendeiros e da impunidade da Justiça", afirmou o movimento em um comunicado.
As manifestações de quinta-feira ocorreram um dia depois de os militantes do MST e de outros movimentos rurais terem realizado ações em vários Estados brasileiros, exigindo, entre outras medidas, o assentamento de 150 mil famílias que vivem em acampamentos.
DECEPÇÃO COM LULA
Na mobilização, os sem-terra criticaram também as políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Estamos protestando porque a reforma agrária foi retirada da agenda do governo e porque queremos homenagear os companheiros caídos", disse Ulisses Manaças, da Coordenação Estadual da Via Campesina e do MST no Pará, acrescentando que o governo privilegiava com suas políticas a monocultura e as grandes empresas do setor agroindustrial. Segundo Manaças, existe em todo o país uma cifra recorde de 150 mil famílias vivendo em acampamentos precários, à espera de serem assentadas, mas o governo só entregou terras públicas ou terras em regiões de difícil acesso, como na Amazônia.
"A verdade é que estamos insatisfeitos (com Lula) porque, quanto à reforma agrária, houve apenas promessas não cumpridas", acrescentou, indicando que, na mobilização de quinta-feira, seriam realizadas ações em 23 dos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal.
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRB17566320080417
EUA erguem muro em para isolar rebeldes em Sadr City

Foto: (Reuters) Crianças tampam os ouvidos durante ataques em Sadr City, em Bagdá
18 de abril de 2008 - Joao Silva, do The New York Times
Sob a supervisão de soldados americanos, trabalhadores começam a construir barreira
BAGDÁ - Na tentativa de obstruir a infiltração de insurgentes, as forças americanas começaram a construir um muro de concreto que partirá Sadr City, a populosa favela xiita nos arredores de Bagdá. A construção, que começou na noite de terça-feira, 15, pretende tornar o lado sul, próximo da Zona Verde - onde ficam instaladas as instituições do governo e diplomáticas na capital -, em uma região protegida, sob a segurança de tropas americanas e iraquianas, onde a administração iraquiana pode instalar os esforços para a reconstrução do país.
Barreiras de concreto estão sendo colocadas em outras áreas de Bagdá. Enquanto os muros são erguidos em outras vizinhanças, alguns moradores afirmaram que temem o isolamento. Porém, as muralhas se mostraram como uma ferramenta eficiente no combate aos insurgentes.
As novas vozes femininas da MPB
[ 18/04 ] Começa hoje, com o show de Tatiana Parra, o projeto Vozes Femininas, do Sesc local. De graça, a cantora se apresenta, às 20h, no Espaço Cultural Sorocaba Clube.
Giana Viscardi, outra revelação da cena musical contemporânea, é a próxima a tocar na cidade. Ela tem espetáculo marcado para o dia 9 de maio.
Aos 26 anos, Tatiana Parra é dona de um currículo respeitável e, atualmente, se aprofunda na pesquisa musical latino-hispânica. Cumpriu, ainda, uma temporada bem sucedida no Tom Jazz, espaço badalado da noite paulistana - famoso, também, por revelar artistas de qualidade. As apresentações arrebataram elogios da crítica que viu na moça potencial dos maiores.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=42&id=80091
Giana Viscardi, outra revelação da cena musical contemporânea, é a próxima a tocar na cidade. Ela tem espetáculo marcado para o dia 9 de maio.
Aos 26 anos, Tatiana Parra é dona de um currículo respeitável e, atualmente, se aprofunda na pesquisa musical latino-hispânica. Cumpriu, ainda, uma temporada bem sucedida no Tom Jazz, espaço badalado da noite paulistana - famoso, também, por revelar artistas de qualidade. As apresentações arrebataram elogios da crítica que viu na moça potencial dos maiores.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=42&id=80091
Crediário já está mais caro desde o início do ano
O bolso do consumidor já foi atingido pela alta dos juros bem antes do anúncio da elevação da taxa Selic para 11,75% ao ano, anunciada na quarta-feira (dia 16). "Esse aumento foi repassado para quem recorreu ao crédito nos últimos três meses", diz o presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Érico Ferreira.
A alta das taxas, observa, vem sendo notada desde o início do ano, quando os juros do mercado futuro saíram de algo em torno de 10% para 13% ao ano. "Aos poucos, a alta foi repassada para o consumidor final pelas financeiras e bancos", diz. Por isso, ele considera pouco provável um aumento imediato das taxas. "Como o Banco Central sinalizou que vai enfrentar esse pequeno surto inflacionário, acho que a tendência dos juros no mercado futuro é de queda." Nesse caso, acrescenta, os juros para o consumidor, a médio prazo, poderiam permanecer ou cair.
No cartão de crédito, por exemplo,cada vez mais utilizado pelo consumidor como meio de pagamento, os juros médios subiram em março 0,29% e ficaram em 10,73% ao mês, a mais alta taxa desde novembro de 2003.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=80141
A alta das taxas, observa, vem sendo notada desde o início do ano, quando os juros do mercado futuro saíram de algo em torno de 10% para 13% ao ano. "Aos poucos, a alta foi repassada para o consumidor final pelas financeiras e bancos", diz. Por isso, ele considera pouco provável um aumento imediato das taxas. "Como o Banco Central sinalizou que vai enfrentar esse pequeno surto inflacionário, acho que a tendência dos juros no mercado futuro é de queda." Nesse caso, acrescenta, os juros para o consumidor, a médio prazo, poderiam permanecer ou cair.
No cartão de crédito, por exemplo,cada vez mais utilizado pelo consumidor como meio de pagamento, os juros médios subiram em março 0,29% e ficaram em 10,73% ao mês, a mais alta taxa desde novembro de 2003.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=80141
Quilo do pão deve passar dos R$ 10, acredita sindicato
Os constantes aumentos no preço da farinha de trigo já trazem reflexos às padarias brasileiras e o preço do pão francês deve sofrer nova alta. A situação em Sorocaba não é diferente e o presidente do Sindicato da Panificação de Sorocaba, Paulo Baccelli, aponta o possível desabastecimento de trigo no Brasil como o principal responsável pelo aumento. Segundo ele, isto deve acontecer entre os meses de maio e junho e forçará os donos de padaria a repassarem o aumento para o preço do produto, já que a tendência é que a matéria-prima fique mais cara. Em Sorocaba, atualmente, o pão francês pode ser encontrado com preço variando entre R$ 4 e R$ 8,50 o quilo. Seguindo as projeções do sindicato, com a falta do trigo no mercado, o preço do pão pode chegar a R$ 10,50. Baccelli acredita que este período é o mais difícil dos últimos 40 anos.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=80093
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=80093
Nove morrem em ação do Bope; coronel diz que PM do Rio é "o melhor inseticida social"
São Paulo, quarta-feira, 16 de abril de 2008
Em operação classificada por coronel da Polícia Militar como "inseticida social", nove supostos traficantes foram mortos ontem durante incursão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na Vila Cruzeiro, na Penha (zona norte). Quatorze homens foram presos e seis ficaram feridos no confronto.
A operação com 180 homens foi comandada pelo Bope, que manteve parte do efetivo na favela. "Amanhã [hoje] o pau na vagabundagem continua", disse o comandante de Policiamento da Capital, coronel Marcus Jardim. "A PM é o melhor inseticida contra a dengue. Conhece aquele produto, [inseticida] SBP? Tem o SBPM. Não fica mosquito nenhum em pé. A PM é o melhor inseticida social", disse, rindo.
Um dos objetivos da operação, segundo a PM, era destruir barricadas feitas pelo tráfico. O 16º Batalhão da PM (Olaria), responsável pelo patrulhamento da área, teria recebido queixas de moradores que encontraram dificuldades para levar familiares a hospitais para tratar de doenças como a dengue.
"O objetivo era desobstruir esse acesso principalmente em razão da dengue. As pessoas estão com dificuldade para procurar ajuda no Hospital Getúlio Vargas e na tenda de hidratação", disse o comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta.
A polícia tinha ainda como objetivo cumprir "cerca de" 15 mandados de prisão e localizar pontos de venda de drogas. O Comando Vermelho comanda as bocas de fumo na região.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que os nove mortos na operação não se renderam e reagiram à ação da PM.
"Quem quiser se render -e deve se render- é preso. Aqueles que resistiram de maneira injusta à atuação da PM, aconteceu o que aconteceu [foram mortos]", disse.
Foram apreendidos na Vila Cruzeiro uma metralhadora, cinco pistolas, três fuzis, uma submetralhadoras e cinco granadas, além de drogas.
A operação começou por volta das 9h com cem homens do Bope com rostos pintados de preto. Segundo a polícia, foram retiradas barricadas em cinco ruas. Oito escolas foram fechadas durante a troca de tiros.
Quatorze homens foram presos no depósito de um supermercado na região. Entre eles está um homem identificado pela polícia apenas como Chininha. Segundo agentes, ele seria o responsável pela morte do policial do Bope Wilson Santana, em 3 de maio.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1604200827.htm
Em operação classificada por coronel da Polícia Militar como "inseticida social", nove supostos traficantes foram mortos ontem durante incursão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na Vila Cruzeiro, na Penha (zona norte). Quatorze homens foram presos e seis ficaram feridos no confronto.
A operação com 180 homens foi comandada pelo Bope, que manteve parte do efetivo na favela. "Amanhã [hoje] o pau na vagabundagem continua", disse o comandante de Policiamento da Capital, coronel Marcus Jardim. "A PM é o melhor inseticida contra a dengue. Conhece aquele produto, [inseticida] SBP? Tem o SBPM. Não fica mosquito nenhum em pé. A PM é o melhor inseticida social", disse, rindo.
Um dos objetivos da operação, segundo a PM, era destruir barricadas feitas pelo tráfico. O 16º Batalhão da PM (Olaria), responsável pelo patrulhamento da área, teria recebido queixas de moradores que encontraram dificuldades para levar familiares a hospitais para tratar de doenças como a dengue.
"O objetivo era desobstruir esse acesso principalmente em razão da dengue. As pessoas estão com dificuldade para procurar ajuda no Hospital Getúlio Vargas e na tenda de hidratação", disse o comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta.
A polícia tinha ainda como objetivo cumprir "cerca de" 15 mandados de prisão e localizar pontos de venda de drogas. O Comando Vermelho comanda as bocas de fumo na região.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que os nove mortos na operação não se renderam e reagiram à ação da PM.
"Quem quiser se render -e deve se render- é preso. Aqueles que resistiram de maneira injusta à atuação da PM, aconteceu o que aconteceu [foram mortos]", disse.
Foram apreendidos na Vila Cruzeiro uma metralhadora, cinco pistolas, três fuzis, uma submetralhadoras e cinco granadas, além de drogas.
A operação começou por volta das 9h com cem homens do Bope com rostos pintados de preto. Segundo a polícia, foram retiradas barricadas em cinco ruas. Oito escolas foram fechadas durante a troca de tiros.
Quatorze homens foram presos no depósito de um supermercado na região. Entre eles está um homem identificado pela polícia apenas como Chininha. Segundo agentes, ele seria o responsável pela morte do policial do Bope Wilson Santana, em 3 de maio.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1604200827.htm
Romário anuncia oficialmente aposentadoria como jogador
segunda-feira, 14 de abril de 2008, 22:46
Aos 42 anos, atacante confirma que deixa os gramados durante o lançamento do DVD 'Romário é gol'
Bruno Lousada - O Estado de S. Paulo
Marcos D'Paula/AE
Romário deu adeus durante o lançamento do DVDRIO - O atacante Romário anunciou oficialmente nesta segunda-feira a sua aposentadoria como jogador de futebol. Um dos maiores atacantes da história do Brasil, ele deixa os campos aos 42 anos. O Baixinho, assim conhecido, confirmou sua despedida no pré-lançamento do DVD Romário é gol, em evento na Barra da Tijuca, no Rio.
Veja também:
Especial: Romário, uma lenda do futebol brasileiro http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=570
Terror dos zagueiros dentro da pequena área, Romário ainda deseja fazer um jogo de despedida. O atacante espera disputar uma partida no Estádio do Maracanã com quatro camisas: da seleção brasileira, do Flamengo, do Fluminense e do Vasco da Gama - este último é o clube que o revelou para o futebol, em 1985.
"A minha fase já passou", afirma o Baixinho, que disputou sua última partida contra o Internacional, pelo Brasileirão do ano passado. "Oficialmente eu parei. Foram cerca de 20 anos de uma carreira bastante positiva. Infelizmente, hoje o futebol é 99% físico. E eu não posso mais acompanhar. Para mim, já deu... Parei oficialmente."
Romário brilhou com a seleção brasileira de 1994, na conquista do tetracampeonato. O Baixinho estendeu sua carreira como jogador para chegar ao principal objetivo: os mil gols. A marca foi obtida em 20 de maio de 2007, na vitória do Vasco sobre o Sport Recife por 3 a 1, pelo Brasileirão - ao todo, ele marcou 1.002 gols.
O último clube de Romário foi o Vasco da Gama, o mesmo que ele iniciou a carreira. O atacante deixou a equipe no começo do último mês de fevereiro, após desentendimento com o presidente Eurico Miranda - Romário, que também acumulava a função de técnico, não aceitou a interferência do cartola na escalação do time.
Aposentado como jogador, Romário não quer se afastar do futebol. "Em pouco tempo eu me acostumo com a aposentadoria. Agora, quero curtir férias com minha família até o final deste ano. Depois, vamos ver."
Seguir a carreira de treinador não está totalmente descartada. Entretanto, o mais provável é que o atleta se dedique à Copa de 2014, trabalhando na organização do evento. "Vamos ver o que o Ricardo Teixeira [presidente da Confederação Brasileira de Futebol] vai propor."
Outro objetivo de Romário é ajudar no resgate do América, que foi rebaixado para a segunda divisão do Estadual do Rio. "Sou torcedor do América. Pretendo ajudar o clube no ano que vem. Não sei como. Primeiro quero pensar nas minhas férias, afinal, estou aposentado."
http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp156745,0.htm
Aos 42 anos, atacante confirma que deixa os gramados durante o lançamento do DVD 'Romário é gol'
Bruno Lousada - O Estado de S. Paulo
Marcos D'Paula/AE
Romário deu adeus durante o lançamento do DVDRIO - O atacante Romário anunciou oficialmente nesta segunda-feira a sua aposentadoria como jogador de futebol. Um dos maiores atacantes da história do Brasil, ele deixa os campos aos 42 anos. O Baixinho, assim conhecido, confirmou sua despedida no pré-lançamento do DVD Romário é gol, em evento na Barra da Tijuca, no Rio.
Veja também:
Especial: Romário, uma lenda do futebol brasileiro http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=570
Terror dos zagueiros dentro da pequena área, Romário ainda deseja fazer um jogo de despedida. O atacante espera disputar uma partida no Estádio do Maracanã com quatro camisas: da seleção brasileira, do Flamengo, do Fluminense e do Vasco da Gama - este último é o clube que o revelou para o futebol, em 1985.
"A minha fase já passou", afirma o Baixinho, que disputou sua última partida contra o Internacional, pelo Brasileirão do ano passado. "Oficialmente eu parei. Foram cerca de 20 anos de uma carreira bastante positiva. Infelizmente, hoje o futebol é 99% físico. E eu não posso mais acompanhar. Para mim, já deu... Parei oficialmente."
Romário brilhou com a seleção brasileira de 1994, na conquista do tetracampeonato. O Baixinho estendeu sua carreira como jogador para chegar ao principal objetivo: os mil gols. A marca foi obtida em 20 de maio de 2007, na vitória do Vasco sobre o Sport Recife por 3 a 1, pelo Brasileirão - ao todo, ele marcou 1.002 gols.
O último clube de Romário foi o Vasco da Gama, o mesmo que ele iniciou a carreira. O atacante deixou a equipe no começo do último mês de fevereiro, após desentendimento com o presidente Eurico Miranda - Romário, que também acumulava a função de técnico, não aceitou a interferência do cartola na escalação do time.
Aposentado como jogador, Romário não quer se afastar do futebol. "Em pouco tempo eu me acostumo com a aposentadoria. Agora, quero curtir férias com minha família até o final deste ano. Depois, vamos ver."
Seguir a carreira de treinador não está totalmente descartada. Entretanto, o mais provável é que o atleta se dedique à Copa de 2014, trabalhando na organização do evento. "Vamos ver o que o Ricardo Teixeira [presidente da Confederação Brasileira de Futebol] vai propor."
Outro objetivo de Romário é ajudar no resgate do América, que foi rebaixado para a segunda divisão do Estadual do Rio. "Sou torcedor do América. Pretendo ajudar o clube no ano que vem. Não sei como. Primeiro quero pensar nas minhas férias, afinal, estou aposentado."
http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp156745,0.htm
Trajetória vitoriosa de Guga em solo brasileiro
Com a derrota desta quinta-feira para o compatriota Franco Ferreiro, Gustavo Kuerten encerrou a sua trajetória em solo brasileiro com o total de 89 partidas. Guga venceu 63 jogos e foi derrotado em 26, contando com a sofrida para o gaúcho em Florianópolis.
No Brasil, foram seis títulos conquistados, dois deles como juvenil. A última conquista foi no Brasil Open de 2004, quando Kuerten derrotou o argentino Agustin Calleri por 2 sets a 1, com parciais de 3-6, 6-2 e 6-3.
Pela Copa Davis, Guga jogou 12 partidas, a última foi a vitória sobre Raoul Behr (AHO) 6-0 e 6-2, em Floripa.
Publicada em 17/4/2008 às 21:59
http://msn.lancenet.com.br/esportes/TENIS/noticias/08-04-17/276564.stm?trajetoria-vitoriosa-de-guga-em-solo-brasileiro
Vídeo: Emoção marca despedida de Guga das quadras brasileiras
http://esporte.uol.com.br/tenis/ultimas/2008/04/18/ult4364u2075.jhtm
No Brasil, foram seis títulos conquistados, dois deles como juvenil. A última conquista foi no Brasil Open de 2004, quando Kuerten derrotou o argentino Agustin Calleri por 2 sets a 1, com parciais de 3-6, 6-2 e 6-3.
Pela Copa Davis, Guga jogou 12 partidas, a última foi a vitória sobre Raoul Behr (AHO) 6-0 e 6-2, em Floripa.
Publicada em 17/4/2008 às 21:59
http://msn.lancenet.com.br/esportes/TENIS/noticias/08-04-17/276564.stm?trajetoria-vitoriosa-de-guga-em-solo-brasileiro
Vídeo: Emoção marca despedida de Guga das quadras brasileiras
http://esporte.uol.com.br/tenis/ultimas/2008/04/18/ult4364u2075.jhtm
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Deputados analisam desenhos do Cartoon Network
Qua, 16 Abr, 11h43
Com a CPI do mundo real presa a um enredo de poucas emoções, um grupo de deputados resolveu investigar mazelas de ficção. Integrantes da Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara, promoveram ontem uma audiência sobre o conteúdo da programação do canal de desenhos Cartoon Network, veiculado pela TV paga.
Mesmo sem poderes para quebrar sigilos, os deputados identificaram, com a devida ajuda da assessoria técnica parlamentar, o inimigo, o suspeito de desvirtuar os bons costumes: Harvey, o advogado. Trata-se uma reencarnação animada do Homem Pássaro, super herói careta que fez sucesso nos anos 70. Harvey atua como um advogado, ao lado de seu antigo mascote, agora escrivão, Vingador, solucionando casos jurídicos entre personagens de séries animadas criadas por Hanna-Barbera, como Fred Flintstone e Scooby-Doo. No desenho, os personagens passam por experiência mundanas e existenciais, algumas vezes erótica. Isso provocou revolta na Câmara.
Embora, nem Scooby-Doo nem Barney e Fred tenha feito uso de cartão corporativo ou produzido dossiês. Os deputados Celso Russomanno (PP-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG) chegaram a advertir o diretor-executivo jurídico da Net TV, André Muller Borges, de que ele tinha sorte por estar depondo a uma comissão temática, e não a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). "Se aqui fosse uma CPI, o senhor estaria encalacrado", disse Delgado, sinalizando que Borges poderia ter sido preso por mentir. O deputado Barbosa Neto (PDT-PR), que convocou a audiência pública, exibiu trechos de desenhos animados, veiculados pelo canal Cartoon Network, com cenas de violência, como esfaqueamento e suicídio: "Fiquei chocado, porque crianças assistem a esses desenhos", protestou.
Com a CPI do mundo real presa a um enredo de poucas emoções, um grupo de deputados resolveu investigar mazelas de ficção. Integrantes da Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara, promoveram ontem uma audiência sobre o conteúdo da programação do canal de desenhos Cartoon Network, veiculado pela TV paga.
Mesmo sem poderes para quebrar sigilos, os deputados identificaram, com a devida ajuda da assessoria técnica parlamentar, o inimigo, o suspeito de desvirtuar os bons costumes: Harvey, o advogado. Trata-se uma reencarnação animada do Homem Pássaro, super herói careta que fez sucesso nos anos 70. Harvey atua como um advogado, ao lado de seu antigo mascote, agora escrivão, Vingador, solucionando casos jurídicos entre personagens de séries animadas criadas por Hanna-Barbera, como Fred Flintstone e Scooby-Doo. No desenho, os personagens passam por experiência mundanas e existenciais, algumas vezes erótica. Isso provocou revolta na Câmara.
Embora, nem Scooby-Doo nem Barney e Fred tenha feito uso de cartão corporativo ou produzido dossiês. Os deputados Celso Russomanno (PP-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG) chegaram a advertir o diretor-executivo jurídico da Net TV, André Muller Borges, de que ele tinha sorte por estar depondo a uma comissão temática, e não a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). "Se aqui fosse uma CPI, o senhor estaria encalacrado", disse Delgado, sinalizando que Borges poderia ter sido preso por mentir. O deputado Barbosa Neto (PDT-PR), que convocou a audiência pública, exibiu trechos de desenhos animados, veiculados pelo canal Cartoon Network, com cenas de violência, como esfaqueamento e suicídio: "Fiquei chocado, porque crianças assistem a esses desenhos", protestou.
Catador monta biblioteca com livros achados no lixo
Paranaense de nascimento, Pedro Alves de Souza completou 45 anos de idade na 4ª feira (16/04), antevéspera do Dia Nacional do Livro Infantil. Ele, que estudou até a terceira série primária, diz que sabe ler e escrever “o básico do básico”.
Chegou a Sorocaba “por volta da década de 80”, e aqui cumpriu a sina de quase todo migrante: trabalhar na informalidade. Atualmente, recolhe lixo reciclável para vender. Entre os muitos itens que encontra jogados fora, um, particularmente, lhe chamou a atenção: os livros. Isso mesmo. Pedro de Souza encontrou, e passou a acumular, no depósito improvisado de sua casa (na verdade, uma área que poderia ser usada como garagem, fosse outra a situação), no Parque das Laranjeiras, volumes e mais volumes relegados ao descaso.
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=39&id=79725
Chegou a Sorocaba “por volta da década de 80”, e aqui cumpriu a sina de quase todo migrante: trabalhar na informalidade. Atualmente, recolhe lixo reciclável para vender. Entre os muitos itens que encontra jogados fora, um, particularmente, lhe chamou a atenção: os livros. Isso mesmo. Pedro de Souza encontrou, e passou a acumular, no depósito improvisado de sua casa (na verdade, uma área que poderia ser usada como garagem, fosse outra a situação), no Parque das Laranjeiras, volumes e mais volumes relegados ao descaso.
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=39&id=79725
Sorocaba é a 7ª do Estado em exportação
As exportações de produtos feitos em Sorocaba bateram recorde no último mês de março e fecharam o trimestre com um aumento de 19,87% em relação aos três meses do ano passado. O valor dos produtos vendidos para fora deixou a cidade com a 7.ª colocação das cidades que mais exportaram no Estado de São Paulo e 24.ª no País.
Importação
As importações também cresceram 8,6% (total de US$ FOB 162,2 milhões) no mês de março em relação ao mês de anterior e superaram o valor exportado, o que deixou a balança comercial com um déficit no mês de março. No campo das importações, Sorocaba também cresceu em relação ao mês anterior. Os produtos que mais foram importados são partes de aparelhos de telefonia (6,09% do total), resinas epóxidas sem carga (3,72%), circuitos integrados monolíticos (3,49%) e partes e acessórios para tratores e veículos automóveis (3,26%). Os produtos foram importados de diversos países, sendo que os três primeiros foram: Alemanha (20,36%), China (19,53%) e Estados Unidos (15,19%). Um dos destaques do trimestre foi a Espanha, que aumentou em 296,15% a venda de seus produtos para as indústrias instaladas em Sorocaba.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=79253
Importação
As importações também cresceram 8,6% (total de US$ FOB 162,2 milhões) no mês de março em relação ao mês de anterior e superaram o valor exportado, o que deixou a balança comercial com um déficit no mês de março. No campo das importações, Sorocaba também cresceu em relação ao mês anterior. Os produtos que mais foram importados são partes de aparelhos de telefonia (6,09% do total), resinas epóxidas sem carga (3,72%), circuitos integrados monolíticos (3,49%) e partes e acessórios para tratores e veículos automóveis (3,26%). Os produtos foram importados de diversos países, sendo que os três primeiros foram: Alemanha (20,36%), China (19,53%) e Estados Unidos (15,19%). Um dos destaques do trimestre foi a Espanha, que aumentou em 296,15% a venda de seus produtos para as indústrias instaladas em Sorocaba.
http://www.jcruzeiro.com.br/materia.phl?editoria=17&id=79253
Cresce o risco de colapso elétrico em SP
São Paulo, quarta-feira, 16 de abril de 2008
Estado reconhece sobrecarga do sistema, e ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) aponta em reunião extraordinária que SP precisa de 14 obras emergenciais.
Atraso na definição das obras exigirá medidas para evitar problemas até 2010; consumidor bancará expansão e melhorias.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1604200802.htm
Estado reconhece sobrecarga do sistema, e ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) aponta em reunião extraordinária que SP precisa de 14 obras emergenciais.
Atraso na definição das obras exigirá medidas para evitar problemas até 2010; consumidor bancará expansão e melhorias.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1604200802.htm
Verba de gabinete
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), confirmou que a verba de gabinete -usada para pagar o salário de funcionários sem concurso-, subirá para R$ 60 mil.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr1704200811.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/corrida/cr1704200811.htm
Sala de aula mista reúne universitários e pedreiros
Projeto pretende integrar teoria e prática de obras
A EESC (Escola de Engenharia de São Carlos), ligada à USP (Universidade de São Paulo), terá, a partir do dia 22, uma sala de aula mista.
Serão 15 estudantes dos cursos de engenharia civil e de arquitetura e urbanismo, além de 15 trabalhadores da construção civil que tenham ao menos completado o ensino fundamental.
O objetivo do projeto Canteiro Escola -que tem o apoio da prefeitura da cidade e da ONG (Organização Não-Governamental) Casa de Criação Teia- é integrar os conhecimentos acadêmicos dos alunos dos dois cursos com os conhecimentos adquiridos pelos pedreiros na prática de obras.
Os professores serão docentes da USP, integrantes da ONG e mestres-de-obras. O curso é gratuito e terá um total de 120 horas, com duração prevista de quatro meses.
Para o diretor da ONG Casa e Criação Teia, Eduardo Araújo, o projeto pretende integrar um segmento muito ativo -a construção civil-, mas onde se vê pouca mão-de-obra qualificada, ao mesmo tempo em que, na universidade, a prática em canteiros de obras é pouco explorada.
"Esse público trabalha junto na construção, mas muitas vezes não se entende. O engenheiro vira piada na rodinha dos pedreiros, assim como o inverso também é verdadeiro", disse Araújo.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1704200825.htm
A EESC (Escola de Engenharia de São Carlos), ligada à USP (Universidade de São Paulo), terá, a partir do dia 22, uma sala de aula mista.
Serão 15 estudantes dos cursos de engenharia civil e de arquitetura e urbanismo, além de 15 trabalhadores da construção civil que tenham ao menos completado o ensino fundamental.
O objetivo do projeto Canteiro Escola -que tem o apoio da prefeitura da cidade e da ONG (Organização Não-Governamental) Casa de Criação Teia- é integrar os conhecimentos acadêmicos dos alunos dos dois cursos com os conhecimentos adquiridos pelos pedreiros na prática de obras.
Os professores serão docentes da USP, integrantes da ONG e mestres-de-obras. O curso é gratuito e terá um total de 120 horas, com duração prevista de quatro meses.
Para o diretor da ONG Casa e Criação Teia, Eduardo Araújo, o projeto pretende integrar um segmento muito ativo -a construção civil-, mas onde se vê pouca mão-de-obra qualificada, ao mesmo tempo em que, na universidade, a prática em canteiros de obras é pouco explorada.
"Esse público trabalha junto na construção, mas muitas vezes não se entende. O engenheiro vira piada na rodinha dos pedreiros, assim como o inverso também é verdadeiro", disse Araújo.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1704200825.htm
Pai da Teoria do Caos morre aos 90 nos EUA
Morreu ontem aos 90 anos em Cambridge (EUA) o matemático Edward Lorenz, um dos pais da teoria do caos. O campo de conhecimento fundado pelo cientista lida com a complexidade escondida em fenômenos como a meteorologia. Lorenz cunhou o termo "efeito borboleta" para se referir a sistemas físicos em que uma pequena mudança inicial pode causar grandes transformações.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1704200803.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1704200803.htm
Para entender Eldorado dos Carajás e ocupações do MST
MST faz ocupações e protestos pelo país
O MST fez ontem ocupações em oito Estados e no Distrito Federal para lembrar a morte de 19 trabalhadores rurais em Eldorado dos Carajás (PA), em 1996. Em Brasíllia, eles ocuparam durante o dia a sede da Caixa Econômica Federal.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23578
Massacre de sem-terra faz 12 anos e reclamações de assentados não mudam
Antigas queixas, algumas delas presentes desde o massacre de Eldorado do Carajás, exatos 12 anos atrás, ainda fazem parte da rotina das famílias do assentamento 17 de Abril, a cerca de 20 km do centro da cidade paraense.A Folha visitou ontem o projeto e ouviu dos assentados reclamações antigas referentes a saneamento, escola, crédito para a construção de casas, energia nos lotes e, principalmente, punição aos responsáveis pelo massacre de 17 de abril de 1996.
Em 1997, dada a repercussão do caso, o então governo federal tucano desapropriou área de 19 mil hectares e assentou 687 famílias. Hoje, diz a associação local, cerca de 4.000 pessoas vivem no 17 de Abril. Não há espaço nem infra-estrutura para todos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1704200805.htm
Histórico
06/04/2006
Em 17 de abril de 1996, 19 trabalhadores rurais Sem Terra foram brutalmente assassinados por policiais militares no chamado massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará. Nesse dia, três mil famílias Sem Terra ocuparam a rodovia PA – 150 para exigir ação urgente do Incra na desapropriação de um latifúndio improdutivo onde o MST montou o acampamento Macaxeira. No entanto, as famílias foram surpreendidas e cercadas por duas tropas de militares que abriram fogo contra eles, a fim de cumprir a ordem de “desobstruir a pista a qualquer custo”.
Dez anos após esse episódio, a única conclusão a que se chegou foi a impunidade dos 155 soldados envolvidos no caso. Três julgamentos já foram realizados e devido a irregularidades, o processo se arrasta e ainda não foi concluído.
Os dois comandantes responsáveis pela operação (coronel Pantoja e major Oliveira), apesar de condenados, aguardam em liberdade o julgamento de recursos no Supremo Tribunal de Justiça. Além dos 19 mortos no massacre, mais três pessoas morreram posteriormente em decorrência dos ferimentos, totalizando 22 mortos. Sem contar os estão para sempre marcados, tanto física como psicologicamente pela violência.
http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=2079
O MST fez ontem ocupações em oito Estados e no Distrito Federal para lembrar a morte de 19 trabalhadores rurais em Eldorado dos Carajás (PA), em 1996. Em Brasíllia, eles ocuparam durante o dia a sede da Caixa Econômica Federal.
http://www.destakjornal.com.br/noticia.asp?ref=23578
Massacre de sem-terra faz 12 anos e reclamações de assentados não mudam
Antigas queixas, algumas delas presentes desde o massacre de Eldorado do Carajás, exatos 12 anos atrás, ainda fazem parte da rotina das famílias do assentamento 17 de Abril, a cerca de 20 km do centro da cidade paraense.A Folha visitou ontem o projeto e ouviu dos assentados reclamações antigas referentes a saneamento, escola, crédito para a construção de casas, energia nos lotes e, principalmente, punição aos responsáveis pelo massacre de 17 de abril de 1996.
Em 1997, dada a repercussão do caso, o então governo federal tucano desapropriou área de 19 mil hectares e assentou 687 famílias. Hoje, diz a associação local, cerca de 4.000 pessoas vivem no 17 de Abril. Não há espaço nem infra-estrutura para todos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1704200805.htm
Histórico
06/04/2006
Em 17 de abril de 1996, 19 trabalhadores rurais Sem Terra foram brutalmente assassinados por policiais militares no chamado massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará. Nesse dia, três mil famílias Sem Terra ocuparam a rodovia PA – 150 para exigir ação urgente do Incra na desapropriação de um latifúndio improdutivo onde o MST montou o acampamento Macaxeira. No entanto, as famílias foram surpreendidas e cercadas por duas tropas de militares que abriram fogo contra eles, a fim de cumprir a ordem de “desobstruir a pista a qualquer custo”.
Dez anos após esse episódio, a única conclusão a que se chegou foi a impunidade dos 155 soldados envolvidos no caso. Três julgamentos já foram realizados e devido a irregularidades, o processo se arrasta e ainda não foi concluído.
Os dois comandantes responsáveis pela operação (coronel Pantoja e major Oliveira), apesar de condenados, aguardam em liberdade o julgamento de recursos no Supremo Tribunal de Justiça. Além dos 19 mortos no massacre, mais três pessoas morreram posteriormente em decorrência dos ferimentos, totalizando 22 mortos. Sem contar os estão para sempre marcados, tanto física como psicologicamente pela violência.
http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=2079
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